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domingo, 6 de novembro de 2011

TRABALHO DA 5ªV4- SUDÃO E DA 5ªV5 - ZIMBÁBUE


SUDÃO

Ficheiro:Flag of Sudan.svg


SUDÃO -


DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial:
República do Sudão (Al-Jumhuriyat as-Sudan).
Nacionalidade: sudanesa.
Data nacional: 1º de janeiro (Independência); 3 de março (Dia da Unidade Nacional).
Capital: Cartum.
Cidades principais: Omdurman (1.271.403), Cartum (947.483), Cartum do Norte (700.887), Port Sudan (308.195), Kassala (234.622) (1993).
Idioma: árabe (oficial), inglês.
Religião:
islamismo 72% (sunitas), crenças tradicionais 17%, cristianismo 11% (católicos 7%, protestantes 4%) (1992).

GEOGRAFIA:
Localização:
centro-leste da África.
Hora local:
+ 5h.
Área:
2.505.813 km2.
Clima:
árido tropical (N) e tropical (S).
Área de floresta:
416 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total:
29,5 milhões (2000), sendo árabes sudaneses 39%, africanos 58%, outros 3% (1996).
Densidade:
11,77 hab./km2.
População urbana:
34% (1998).
População rural:
66% (1998).
Crescimento demográfico:
2,1% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
4,61 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
54/56 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil:
71 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
42,9% (2000).
IDH (0-1):
0,477 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo:
República presidencialista (ditadura militar desde 1989).
Divisão administrativa
: 26 estados.
Partidos políticos
: Frente Islâmica Nacional (NIF); Irmandade Muçulmana; Nacional Sudanês (SNP).
Legislativo
: unicameral - Assembléia Nacional, com 360 membros eleitos por voto direto. Reaberta nas eleições gerais de dezembro de 2000.
Constituição em vigor
: 1998.

ECONOMIA:
Moeda:
dinar sudanês.
PIB:
US$ 10,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
39% (1998).
PIB indústria:
18% (1998).
PIB serviços:
43% (1998).
Crescimento do PIB:
8% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
US$ 290 (1998).
Força de trabalho:
11 milhões (1998).
Agricultura:
algodão em pluma, sorgo, trigo.
Pecuária:
bovinos, camelos, caprinos, ovinos.
Pesca:
48,1 mil t (1997).
Mineração:
cromita, ouro, mármore, mica, gipsita.
Indústria:
alimentícia (açúcar), têxtil, materiais de construção (cimento), refino de petróleo.
Exportações:
US$ 596 milhões (1998).
Importações:
US$ 1,1 bilhão (1998).
Principais parceiros comerciais:
Arábia Saudita, Reino Unido, Japão, França, China, Irã, Itália, Egito.

Línguas

A língua oficial é o árabe. Existem também dialectos locais. O inglês é limitado a locais frequentados por estrangeiros.

Condições climáticas

O clima no Sudão é muito variável, mas essencialmente tropical. Na capital, Cartum, a estação quente vai desde Abril a Outubro (chuvas de Julho a Setembro).
O Sudão sofre de secas e de inundações.

Cuidados de saúde

Aconselha-se a vacinação contra as seguintes doenças: difteria, tétano, polio, hepatite A e B, meningite e febre tifóide. Aconselha-se ainda a profilaxia contra a malária.
A raiva existe de forma endémica no Sudão. Recomenda-se que se mantenha afastado dos cães e gatos, mesmo dos animais com dono.
Deverá consultar o seu médico antes de viajar, sendo aconselhável a realização de um seguro de saúde que cubra todas as despesas médicas, incluindo repatriamento explicitamente a partir do Sudão.

Moeda local e Sistema Bancário

A moeda local é o dinar sudanês.
Os cartões de crédito e traveller cheques não são habitualmente aceites no Sudão, incluindo nos hotéis, tornando-se indispensável estar munido de divisas (de preferência euros e dólares).

Outras informações

Convém respeitar a sensibilidade dos habitantes do Sudão, país muçulmano, sobretudo ao nível do vestuário e dos comportamentos.

É proibido tirar fotografias a edifícios militares, governamentais e aeroportos.

O uso e posse de estupefacientes é ilegal, dando origem a penas de prisão. O ingresso e consumo de álcool são proíbidos.


O
Sudão, oficialmente República do Sudão, é um país africano, limitado a norte pelo Egito, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Sudão do Sul e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. A capital é Cartum.

História do Sudão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Question book.svg
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Os três Reinos cristãos do Sudão.

Na Antiguidade floresceram neste território duas civilizações: a Núbia e o Kush (ou Cush). Desde tempos remotos, a história do Sudãoconfunde-se com a da Núbia, que lhe ocupa a parte setentrional. Em 1 570 a.C., data em que começou a XVIII Dinastia, a Núbia era uma província egípcia. Do século a.C. ao século IV a.C., a Núbia (norte do Sudão) fez parte do reino de Cush, Império núbio egipcianizado que governou o próprio Egito de 713 a 671 a.C. Cerca de 350 d.C., Meroe, capital da Núbia desde oséculo VI a.C., foi destruída pelos etíopes.

No século VI da era cristã, missionários cristãos entraram na Núbia e converteram três importantes reinos da região; o mais poderoso deles foi o de Makuria, o qual teve fim no início do século XIV como conseqüência da invasão dos mamelucos egípcios. Esses reinos cristãos negros coexistiram por vários séculos com seus vizinhos muçulmanos no Egito, constituíndo-se bastiões contra o avanço do islamismo. Do século XIII ao século XV, porém, nômades árabes emigraram do Egito para o Sudão, o que provocou o colapso dos reinos cristãos.

Por volta de 1500, uma confederação árabe e os Funj (ou Fung) puseram fim ao reino da Alwa, reino cristão mais meridional do Sudão. Daí em diante, a metade norte do Sudão abrigaria povos racialmente mesclados, na maioria muçulmanos e árabes. Vastas zonas foram despovoadas pelo tráfico negreiro. Os Funj, povo que não era nem árabe nem muçulmano, fundaram um sultanato em Sennar, e governaram grande parte do centro do Sudão do início do século XVI ao início do século XIX.

Próximo ao século XVIII, a falta de entendimento entre as tribos funj debilitou o reinado. Em 1821-1823 os exércitos enviados por Mehmet Ali(ou Muhammad Ali), vice-rei doEgito, nessa época uma província do Império Otomano, ocuparam grande parte da região norte e desenvolveram o comércio de marfim e de escravos. O domínio turco-egípcio se manteve durante 60 anos. No começo do século XIX, oKhedíve Ismail Paxá, vice-rei do Egito, tentou alargar a influência do Egito para sul, incorporando o Sudão a um Estado que abrangeria toda abacia do Nilo. Expedições egípcias conseguiram conquistar todo o Sudão em 1874.

Morte do general britânico Charles Gordon em Khartum.

Para estimular o financiamento europeu a seus planos ambiciosos, Ismail Paxá, engajou cristãos europeus na destruição do extenso comércio de escravos que se desenvolveu no oeste e no sudoeste do Sudão. Em 1874, o Khedíve Ismail ofereceu ao general e governador inglês Charles Gordon (1833-1885) o cargo de governador-geral do Sudão Egípcio. Sua administração antiescravagista não era popular. Em 1881, Mohamed Ahmed (ou Muhammad Ahmed) declarou-seMahdi ou Mádi (o enviado de Alá para restaurar o Islã, de acordo com os ensinamentos islâmicos) e liderou uma revolta contra os egípcios, destinada a reformar o Islã e a expulsar todos os estrangeiros do Sudão. Após massacrar uma guarnição militar, oMahdi e seus seguidores lançaram-se à reconquista do país. Em 1885, os rebeldes apoderaram-se de Khartum, onde Gordon foi assassinado. Conseguiram dominar todo o Sudão e fundaram uma teocracia. O caos econômico e social invadiu o Sudão.

Os mahdistas resistiram às forças anglo-egípcias, até 1898, quando o sucessor de Mahdi foi derrotado por por Kitchener nabatalha de Omdurman. Após o incidente de Fashoda (o ápice de uma série de combates entre franceses e britânicos em torno de colônias africanas), os governos britânico e egípcio firmaram um acordo para compartilhar a soberania do Sudão, criando um condomínio anglo-egípcio para todo o país (1899), sob governo britânico. Na zona meridional, o controle britânico era menor.

O descontentamento com o tratado do Egito se fez mais patente após a Segunda Guerra Mundial. Em 1946, os dois países iniciaram negociações para revisar os termos do tratado. O governo egípcio pediu aos britânicos que abandonassem o Sudão, enquanto que estes propuseram modificações no regime de governo. Foi promulgada uma Constituição em 1948, mas, em 1951, o rei Farouk do Egito proclamou-se rei do Sudão. Após sua queda, a Grã-Bretanha e o Egito firmaram, em 1953, um acordo, mediante o qual se garantia a independência do Sudão após um período de transição de três anos. Em 1953, nas eleições para o Parlamento sudanês, o Partido Unionista Nacional saiu vitorioso. Em 1954, o primeiro governo composto por sudaneses assumiu o poder e começou uma política de sudanização. Esse programa agravou as diferenças geográficas, econômicas e sociais entre o norte e o sul; os habitantes do sul se sentiam excluídos do novo governo. ARepública do Sudão, independente, foi oficialmente declarada em 1º de janeiro de 1956.

Sul do Sudão.

Em 1958, após as primeiras eleições, o novo governo foi derrotado pelo tenente-general Ibrahim Abbud, o qual dissolveu o Parlamento, suspendeu a Constituição, declarou lei marcial e se autoproclamou primeiro-ministro. No ano de 1956 rebentou a guerra civil iniciada no sul, contra o domínio do norte. Em causa estavam as rivalidades seculares entre o Norte, de religião muçulmana, e o Sul, de tradição cristã e animista de expressão africana. Em 1964, Abbud foi deposto por uma revolução popular e assumiu o poder um Conselho de Estado.

O presidente sudanês Yaffar al-Nimayri.

Em 1969, um grupo de militares dirigido pelo coronel Yaffar al-Numeiry (Djafar al-Nimayri) assumiu o poder e estabeleceu um governo de esquerda. Numeiry negociou um cessar-fogocom os separatistas do sul, dando-lhes certa autonomia, pondo fim à guerra civil, que durava havia 16 anos. Após várias tentativas de golpes de Estado (1976), Numeiry expulsou os conselheiros militares soviéticos (1977) e voltou-se para o Egito e os Estados árabes conservadores do Ocidente, aos quais solicitou ajuda política e econômica. Nesse mesmo ano, um acordo de reconciliação nacional permitiu o retorno ao Sudão dos líderes da oposição islâmica no exílio. Esta nova orientação política permitiu negociações com aEtiópia, de que resultou um acordo com Addis-Abeba e o aumento da popularidade do general Numeiry. Na década de oitenta, o Sudão recebia um auxílio estrangeiro superior a 700 milhões de dólares, mais do que qualquer outro país africano.

O país viria a ser assolado pela seca, que deixou vastas áreas desertificadas. A estabilidade do país se viu ameaçada pela chegada de grande número de refugiados da Eritreia,Uganda, Chade e, principalmente, Etiópia, onde eram vítimas de fome e de guerra. A economia sudanesa só se tem mantido à custa de subsídios dos países árabes ricos, da União Europeia e dos Estados Unidos. Em 1983, o presidente Numeiry ganhou as eleições pela terceira vez e tentou consolidar a sua base de apoio entre os fundamentalistas islâmicosintroduzindo a Lei islâmica (Sharia), com severas punições sob a forma de açoitamentos, mutilações e enforcamentos. Esta política desencadeou o reinício das atividades guerrilheirasseparatistas no sul do Sudão entre os não muçulmanos (2ª Guerra Civil Sudanesa). OExército de Libertação do Povo Sudanês (ELPS) afundou um barco no Nilo, causando centenas de mortes e bloqueando o tráfico fluvial, atacou instalações estrangeiras e minou estradas e linhas-férreas.

Movimentos populares e greves incentivaram a derrubada do governo de Numeiry pelo exército, liderado pelo ministro da Defesa Siwar el-Dahab, em abril de 1985. Formou-se um breve governo de coalizão civil, sob a liderança de Sadiq al-Mahdi. A guerra civil, no entanto, continuou; o Exército de Libertação do Povo Sudanês(ELPS) militarizou grande parte do sul do país, enquanto a Frente Islâmica Nacional (FIN) fortalecia sua presença no norte. Em abril de 1986, realizaram-se as primeiras eleições parlamentares democráticas em 18 anos, as quais colocaram no poder uma coligação de partidos do Norte que tentou negociar com o Sul, mas viu-se confrontada com gravíssimos problemas políticos e econômicos.

A instabilidade política e as tentativas frustradas de obter um acordo de paz com o ELPS levaram o general de brigada Omar Hassan Ahmad al-Bashir, em junho de 1989, a depôr o primeiro-ministro Sadiq al-Mahdi, declarar estado de emergência e nomear um Conselho de Estado. O novo governo, que baniu todos ospartidos políticos, foi fortemente influenciado pelo fundamentalismo islâmico e pouco se esforçou para apaziguar os rebeldes do sul do país.

Coronel John Garang de Mabior, morto em um acidente de helicóptero em julho de 2005.

O regime de Bashir enfrentou, no sul, o Movimento para a Libertação do Povo do Sudão (MLPS), comandada pelo coronel John Garang. Em maio de 1998, o direito à autodeterminação dos povos do sul sudanês foi reconhecido, mas não surtiu efeito. O problema essencial não foi a independência, que as organizações do sul não reivindicavam formalmente, mas a decisão de aplicar aLei de Sharia ao conjunto da população. Ajudado unicamente pelas organizações não-governamentais, o sul sudanês continuou devastado pela guerra civil.

Na Guerra do Golfo, em 1990, a decisão de apoiar o Iraque contra o Kuwait isolou o Sudão não só do Ocidentecomo também de seus vizinhos árabes. Em meados da década de 1990, a guerra civil, a seca e as inundações haviam provocado centenas de milhares de refugiados e feito um número equivalente de vítimas dafome e da carência geral. A população sudanesa tem suportado uma desastrosa gestão econômica do país onde a escassez de alimentos não pára de se agravar, assim como um clima de constante tensão e instabilidade política. 20% do PIB é gasto em despesas de guerra e, em 1995, a inflação foi de 85%.

Em 1996, o general al-Bachir foi confirmado na chefia do Estado por eleição (reeleito em 2000). Desde 2003, em Darfur a violenta repressão de movimentos de insurreição por milícias locais, apoiadas pelo Exército, provocou uma catástrofe humanitária (Conflito de Darfur). Em 2005, o governo sudanês e a rebelião sulista assinaram um acordo de paz, pondo fim ao conflito travado desde 1983. O general Salva Kiir (sucessor de J. Garang, morto acidentalmente em julho) tornou-se primeiro vice-presidente da República. Foi instituído um governo de união nacional.

Em janeiro de 2011, em referendo previsto pelo acordo de paz de 2005, quase 99% dos sulinos votaram pela separação em relação ao norte. Em 9 de julho de 2011, a República do Sudão do Sul, com capital em Juba, declarou sua independência.

Geografia

Sudão visto de satélite, após a independência doSudão do Sul.

O Sudão está situado no norte do continente africano, tendo o mar Vermelho como costa a nordeste (853 km). Tem uma área total de 2 505 815 km², sendo desta forma o maior país africano e o décimo do mundo. Faz fronteira com a República Centro-Africana, o Chade, aRepública Democrática do Congo, o Egito, a Eritreia, a Etiópia, o Quénia, a Líbia, Uganda e Sudão do Sul.

Os desertos da Núbia e da Líbia tem o clima árido e predominam no norte, enquanto que no sul são as savanas e florestas tropicais que tomam conta da paisagem. O rio Nilo é o principal rio do país, e é fonte de energia eléctrica e de irrigação para as plantações dealgodão, principal produto de exportação, ao lado da goma-arábica. A maioria da população vive da agricultura de subsistência e dapecuária.

Da região central a sul do país o clima predominante é o tropical, tendo raras ocasiões onde o clima suptropical predomina e interfere no clima, por conta dos desertos presentes em quase todo o território.

[editar]Demografia

Vista do tráfego de Cartum, a capital do país.

O censo de 1993 no Sudão, informava que a população na altura era de 25 milhões de habitantes. Desde então não foi feito um censo fiável devido à guerra civil. A ONUestimava em 2006 que a população já atingia os 41.236.378 habitantes, que corresponde a uma densidade populacional de 16,04 hab./km². As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 34,53% e 8,97%. A esperança média de vida é de 58,92 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,531 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,483 (2001). Estima-se que, em 2025, a população seja de 61.339.000 habitantes.

A população metropolitana de Cartum (incluindo os distritos de Cartum, Cartum Bahri e Omdurman) está a crescer rapidamente, 5 a 7 milhões, incluindo os 2 milhões de desalojados oriundos do sul devido à guerra e do oeste e este devido à seca.

O Sudão ocupa grande parte da bacia do alto Nilo, desde os contrafortes das Terras Altas da África Oriental até ao Sara. É um imenso país que manifesta influências étnicas e culturais dos países vizinhos. Devido a Independencia da região sul em 9 de julho de 2011,a sua população passou a ser predominantimente árabes e muçulmanas. A religião predominante é o islamismo sunita . De acordo com aconstituição de 2005 as línguas oficiais do país são o árabe e o inglês[15].

[editar]Política

O Sudão é uma república autoritária onde todo o poder está nas mãos do presidente Omar Hasan Ahmad al-Bashir; ele e o seu partido estão no poder desde o golpe militarde 30 de Junho de 1989.

Desde 2003 que a região de Darfur assiste ao extermínio da população negra, por parte da árabe; este é conhecido como o Conflito de Darfur.

[editar]Subdivisões

Mapa político do Sudão anterior à independência doSudão do Sul.

Atualmente depois da divisão com o Sudão do Sul, o Sudão encontra-se dividido em 16 estados (wilayat), que por sua vez se dividem em 90 distritos. Os estados são:

[editar]Economia

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infraestruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Como os Estados Unidos iniciaram sanções com o Sudão desde 1997, suas petrolíferas se retiraram do país neste ano, sendo substituídas por empresas de outros países como aTotal (França), KFPC (Kuwait), ONGC (Índia), Petronas (Malásia) e CNPC (China). A CNPC é controladora do consórcio Greater Nile Petroleum Operating Company (GNPOC), que inclui a Total, a ONG e a Sudapet (estatal Sudanesa). A GNPOC é responsável pela maior parte da produção sudanesa, controlando os blocos 1, 2 e 4.

O Sudão tem um solo muito rico: petróleo, gás natural, ouro, prata, crômio, asbesto, manganês, gipsita, mica, zinco, ferro, chumbo, urânio, cobre, cobalto, granito, níquel e alumínio.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar económico é quase irrelevante; mais de 50% da população vive abaixo da linha de pobreza.

Cultura do Sudão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sudão
Sudan Juba hut 30dez2005.jpg

Este artigo é parte da série:
Cultura do Sudão

Outros países - Portal Cultura


A Cultura Sudanesa mostra os comportamentos, práticas e crenças de cerca de 578 tribos, comunicando-se em 145 línguas diferentes, numa região microcósmica da África, com extremos geográficos variando de areia de deserto a floresta tropical.

[editar]Etnia

Em 1999, o Sudão foi um dos mais étnica e linguisticamente diversos países do mundo. Tinha quase 600 grupos étnicos, falando mais de 400 línguas e dialetos. Na década de 1980 e 1990 alguns dos grupos étnicos e linguísticos menores do Sudão desapareceram. As migrações representaram uma parte, os migrantes muitas vezes esquecem sua língua nativa quando se deslocam para uma região dominada por uma outra língua. Alguns grupos linguísticos foram absorvidos pelo alojamento, outros por conflitos. Árabe era a língua franca, apesar do uso de Inglês por muitas das elites. Muitos sudaneses são multilingues.

Sudan Culture Woman with Jabana.jpg
Sudan sufis.jpg




ZIMBÁBUE


Ficheiro:Flag of Zimbabwe.svg

- ZIMBÁBUE -


DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República do Zimbáque (Republic of Zimbabwe).
Nacionalidade: zimbabuana.
Data nacional: 18 de abril (Independência).
Capital: Harare.
Cidades principais: Harare (1.189.103), Bulawayo (621.742), Chitung-wiza (274.912), Mutare (131.367), Gweru (128.037) (1992).
Idioma: inglês, chona e sindebele (oficiais).
Religião:
cristianismo 42,8% (protestantes 17,5%, adeptos de religiões cristãs africanas 13,6%, católicos 11,7%), animismo 40,4%, outras 16,8% (1980).

GEOGRAFIA:
Localização:
sudeste da África.
Hora local:
+ 5h.
Área:
390.759 km2.
Clima:
tropical.
Área de floresta:
87 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total:
11,7 milhões (2000), sendo chonas 71%, nedebeles 16%, ingleses 1%, outros 12% (1996).
Densidade:
29,94 hab./km2.
População urbana:
34% (1998).
População rural:
66% (1998).
Crescimento demográfico:
1,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
3,8 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
44/45 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil:
69 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
7,3% (2000).
IDH (0-1):
0,555 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo:
República presidencialista.
Divisão administrativa:
10 províncias.
Principais partidos:
coalizão União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF); Movimento por Mudança Democrática (MDC).
Legislativo
: unicameral - Casa da Assembléia, com 150 membros (120 eleitos por voto direto, 12 nomeados pelo presidente, 10 chefes tradicionais e 8 governadores) com mandato de 6 anos
Constituição em vigor
: 1980.

ECONOMIA:
Moeda:
dólar zimbabuano.
PIB:
US$ 6,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
19% (1998).
PIB indústria:
24% (1998).
PIB serviços:
57% (1998).
Crescimento do PIB:
2,3% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
US$ 620 (1998).
Força de trabalho:
5 milhões (1998).
Agricultura:
tabaco, milho, algodão com caroço, café, cana-de-açúcar.
Pecuária:
bovinos, caprinos, aves.
Pesca:
18,2 mil t (1997).
Mineração:
ouro, níquel, amianto, cromita.
Indústria:
alimentícia, siderúrgica (aço e ferrocromo), química, têxtil.
Exportações:
US$ 2,7 bilhões (1998).
Importações:
US$ 3 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais:
Botsuana, Lesoto, Namíbia, África do Sul, Reino Unido, Alemanha, Japão, EUA.

Zimbabwe, Zimbábue, Zimbabué[2] ou Zimbaué (do xona Zimbabwe, "Casa de Pedra") é umpaís da África Austral, anteriormente designado Rodésia do Sul e depois simplesmente Rodésia. É limitado a norte pela Zâmbia, a norte e a leste porMoçambique, a sul pela África do Sul e a sul e oeste pelo Botswana. Sua capital é Harare.

História

Os mais antigos ocupantes do atual território zimbabuano foram os povos de línguas khoisan. A partir do século XI, com a invasão de povos de línguas bantas, as populações originais khoisan foram forçadas a ceder a região para os invasores. Esses povos bantos criaram, nos séculos XIII e XIV, oImpério Monomotapa, que dominou uma vasta área no sul da África, explorando as minas de ouro da região e comerciando escravos e metais através da costa do Oceano Índico. Sua capital era situada na Grande Zimbábue, da qual restam ruínas até hoje. Quando, em 1607, o monarca monomotapa concedeu aos portugueses a exploração do subsolo da área, o império já se encontrava em declínio.

No final do século XIX, os ingleses, dirigidos por Cecil Rhodes, começaram a colonizar a região com o objetivo de mineração. A riqueza da terra atraiu muitos europeus, ficando a população branca a dominar o país. Em 1921, a colónia autônoma se proclamou como Rodésia do Sul. Em 1953, o Reino Unido, temeroso da maioria negra, criou a Federação da Rodésia e Niassalândia, composta pela Rodésia do Norte (atual Zâmbia), Rodésia do Sul (hoje Zimbábue) e a Niassalândia (atualMalauí). Em 1964, o Reino Unido concedeu a independência à Rodésia do Norte, com o nome deZâmbia. Mas a Rodésia do Sul se recusou, a menos que fossem dadas garantias de que o governo seria eleito pelo sufrágio universal. Um ano depois, o primeiro-ministro da Rodésia do Sul, Ian Smith, declarou unilateralmente a independência em 11 de novembro de 1965 e promulgou uma nova constituição através da qual o país adotava o nome de República da Rodésia. Mas a independência só foi reconhecida quinze anos depois, em 18 de abril de 1980, com o nome de Zimbábue.

Em 1969, uma minoria branca votou em um referendo a favor da república como forma de governo, a qual só foi declarada no ano seguinte, embora não tenha sido reconhecida nem pelo Reino Unidonem pela ONU. Em seguida, começou um conflito sangrento que durou mais de uma década. Em 1979, acordou-se uma trégua (Acordo de Lancaster House) e, após um ano, a maioria negra pôde votar e ser votada pela primeira vez em eleições, sendo eleito primeiro-ministro o moderado bispo Abel Muzorewa, que batizou o país sob o nome de Zimbábue-Rodésia. Muzorewa concordou em uma transição, através de um governador britânico, até a realização de eleições no ano seguinte. A partir daí, o Reino Unido e a ONU reconheceram a independência do Zimbábue, que já havia sido declarada quinze anos antes. A União Nacional Africana do Zimbabwe (ZANU) ganhou as eleições.

Em 12 de agosto de 1984, o ZANU procurou estabelecer um estado socialista. Dois anos depois, Mugabe anunciou medidas para reprimir os lugares ocupados por brancos na assembleia. Em 2 de dezembro de 1987, Robert Mugabe foi nomeado como o primeiro chefe executivo do Zimbábue. Mugabe foi reeleito em março de 1990. Em 1991, o ZANU oficialmente abandonou seus ideais socialistas, mas promoveu um reforma agrária que serviu para estatizar grandes propriedades dos brancos. A forma como foi feita a expropriação tem sido frequentemente considerada controversa, devido à violência empregada para ocupar tais propriedades. Diferentes organizações internacionais, grupos independentes de direitos humanos e o partido político maior de oposição, o Movimento para a Mudança Democrática, reclamaram sobre a falta de transparência no sistema de redistribuição das terras. Robert Mugabe continua no poder, desde 1981. Nas eleições sucessivas desde 1996, a contagem dos votos têm gerado dúvidas na oposição, tanto a nível interno quanto externo. O governo de Mugabe enfrenta uma crescente oposição, dada a crise econômica no país. O governo acredita que a pressão ocidental sobre Mugabe tem sido o resultado do crescimento das relações económicas com a República Popular da China e a disputa entre a República Popular da China e osEstados Unidos quanto aos recursos minerais do subsolo do Zimbábue.

[editar]Geografia

O território é constituído por uma região planáltica coberta de savanas, sendo a altitude máxima de 2558 m. O solo é muito fértil, propício à agropecuária. A criação de gado bovino e a cultura do tabaco constituem a principal riqueza económica. O subsolo guarda ouro, amianto, carvão e cromo. Ficam em seu território a grande barragem de Kariba e as famosas Quedas Vitória.

[editar]Demografia

Centro de Harare, a capital do país.

O Zimbabwe tinha, em 2003 uma população de 12 576 742 habitantes, correspondente a uma densidade populacional de 32 hab/km².

A maioria da população é de origem banto. Os grupos principais são os shonas, fundadores do primeiro Estado da região, e os ndebeles, de origem zulu, chegados noséculo XIX.

A maioria da população pratica cultos tradicionais africanos, mas a Igreja Anglicana é a denominação cristã mais difundida.

As línguas oficiais do Zimbabwe são o inglês e as Línguas bantu shona e ndebele.

[editar]Política

O Zimbabwe é uma república com um presidente executivo e um parlamento que possui duas câmaras.

O atual presidente é Robert Mugabe. Ele convive com um caos econômico no país. Mugabe luta contra a inflação com atitudes políticas muito criticadas, como a tomada de fazendas pertencentes a brancos para assentar negros, o que, segundo os críticos, fizeram a situação piorar.

Em março de 2008 houve eleições gerais, que Mugabe perdeu, sem que o outro candidato tivesse obtido os 50% necessários.

Na segunda volta das eleições, que teve lugar no dia 27 de junho, Mugabe venceu as eleições, tendo sido empossado para o 6ª mandato presidencialista dois dias depois. O candidato alternativo havia desistido da corrida eleitoral alguns dias antes.

[editar]Subdivisões

Mapa das províncias do Zimbábue, numeradas.

O Zimbabwe está dividido em oito províncias e duas cidades com estatuto de província:

  1. Bulawayo (cidade)
  2. Harare (cidade)
  3. Manicaland
  4. Mashonaland Central
  5. Mashonaland Este
  6. Mashonaland Oeste
  7. Masvingo
  8. Matabeleland Norte
  9. Matabeleland Sul
  10. Midlands

[editar]Economia

Dólar zimbabuano de 1983, atualmente uma nota de Z$ 2 tem apenas valornumismático.

O país apresenta a maior taxa de inflação do planeta. Em fevereiro de 2007 foi registrada uma inflação anualizada de aproximadamente 1730%. Dados governamentais de junho de 2007 já apontam uma inflação de 4500%, embora especialistas afirmem que ela já chegou a aproximadamente 100 000%. Em julho de 2008 a inflação oficial chegou a 2.200.000% ao ano, mas estatísticas extraoficiais indicam uma inflação real de 9 000 000% ao ano.[3]Em 2009, a inflação chegou aos exorbitantes níves de 98% ao dia.

A hiperinflação vem destruindo a economia do país, arrasando com o setor produtivo. Nos últimos anos, Zimbabwe tem diminuído rapidamente sua produção agrícola. Uma medida governamental congelou os preços, causando desabastecimento, fortalecimento domercado negro e prisão de comerciantes contrários à medida.[4]

A economia do Zimbabwe, que já foi um dos países mais prósperos da África meridional, encontra-se imerso desde 2000 em uma profunda crise. Além da hiperinflação, há um alto índice de desemprego(88%, maior do mundo), pobreza e uma crônica escassez de combustíveis,alimentos e moedasestrangeiras.

No início de abril de 2009, um vídeo filmado dentro de uma penitenciária do Zimbabwe denunciou a situação precária dos presos, que vivem em condições extremas e mostram sinais de desnutrição.[5]

O novo governo de coalizão formado em fevereiro de 2009 conseguiu algumas melhorias na economia, incluindo o fim da hiperinflação eliminando o uso do dólar zimbabuano e o controle de preços. A economia está registrando seu primeiro crescimento em uma década, mas ainda são necessárias reformas políticas que permitam um maior crescimento. O relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 2010, divulgado no dia 04/11/2010, mostra o Zimbábue na posição 169, o último país do ranking.

[editar]Cultura

Ruínas de pedras do Grande Zimbabwe. É justamente este monumento que dá ao país o nome deZimbabwe.

O Zimbabwe é um dos países africanos em que a cultura ocidental é mais importante, no entanto, é nas zonas rurais onde as tradições ainda têm presença.

O artistas são muito valorizados na sociedade do Zimbabwe, e muitos deles vivem em seu próprio país de sua atividade artística, ao contrário do que acontece em outros países africanos, cujos artistas são muitas vezes forçados a ir para a Europa. Esta avaliação de arte é visto na última aldeia na condução dos cerâmica e cestaria. Artes tradicionais destacam as obras de cerâmica, cestaria, tecidos pintados, joias e esculturas em madeira. A música sempre foi uma parte importante da vida cultural. Algumas lendas da África são cantadas em coro com a participação do público, e eventos sociais são sempre realizadas com o acompanhamento de músicas especiais. Instrumentos musicais tradicionais incluem a marimba, um xilofone de madeira, e o mbira, também conhecido como o piano de polegar e mujejeje, outro instrumento de percussão.

No país encontra-se um dos poucos grandes edifícios antigos, feitos pelos nativos da África negra, é a cidadela de Grande Zimbábue, e é este monumento que dá o nome ao país.

[editar]Culinária

A sua culinária é formada basicamente pela herança da cozinha britânica combinada com pratosafricanos. A refeição padrão consiste de sadza (uma espécie de mingau de milho) enyama(pronuncia-se "nhama", e significa "carne").

A bebida alcoólica mais popular é o chibuku.

Festas
DataNome em portuguêsNome localNotas
1 de janeiroDia de Ano NovoNew Year’s Day
Varia cada anoSexta-Feira SantaGood Friday
Varia cada anoSegunda-feira daPáscoaEaster Monday
18 de abrilDia da IndependênciaIndependence dayConcedida pelo Reino Unido em 18 de abrilde 1980.
1 de maioDia do TrabalhadorLabour Day
25 de maioDia da ÁfricaAfrica’s DayEm 25 de maio de 1963 se funda a OUA.
7 de agostoDia dos HeróisHeroes' Day
8 de agostoDia do ExércitoDefence Forces Day
22 de dezembroDia da UnidadeUnity Day
25 de dezembroDia de NatalChristmas Day
26 de dezembroDia da FamíliaBoxing Day

REPÚBLICA DO ZIMBÁBUE (18/04/1980)
ex-Rodésia

Animal-símbolo: Niala (Tragelaphus angasii), assim como do MalauíSAPOA
Ave Nacional: Águia-pescadora-africana / African Fish Eagle (Haliaeetus vocifer)

Lema: “UNITY – FREEDOM – WORK” (“Unidade – Liberdade – Trabalho”, em inglês), que aparece em um listel sob o Escudo do Brasão de Armas adotado em 21/09/1981, um ano após a adoção daBandeira Nacional da República do Zimbábue. Composto por dois kudus como suportes (que representam a unidade dos vários grupos étnicos do país), assentes em um solo terroso onde estão um caule de trigo, uma pilha de algodão e uma maçaroca de milho. O escudo é verde, cujo centro figura uma representação do Grande Zimbabwe (patrimônio histórico da Nação), com linhas onduladas alternadas de branco e azul (chefe argent)... Por detrás estão uma enxada (à esquerda) e uma metralhadora AK-47 (à direita) cruzadas, unidas por fitas de seda verdes e douradas. Formam a crista uma estrela vermelha de cinco pontas (simboliza a esperança no futuro do país, a natureza revolucionária da tomada do poder em 1980 e a luta por uma sociedade justa e igualitária) e um pássaro dourado, “Zimbabwe Bird” ou Ave do Zimbábue (significa a identidade nacional); ambos também fazem parte da bandeira.

O Grande Zimbabwe é um complexo de amuralhados de pedra situados na região leste do país, perto da fronteira com Moçambique. Este complexo é considerado um monumento nacional, que deu o nome ao país onde atualmente se situa. O Monumento Nacional do Grande Zimbabwe foi inscrito pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1986.

Área: 390.759 km².

Republic of Zimbabwe
Capital – Harare. Quando Rodésia a capital foi Salisburia (Salisbury).
Religião – Cristianismo 42,8% (protestantes 17,5%, religiões cristãs africanas 13,6%, católicos 11,7%), Animismo 40,4%, outras 16,8% (1980). A maioria dos zimbabuanos são animistas e praticam religiões tribais. Cerca de 20% da população é cristã a maioria de anglicanos. TambémBahaísmo.
Moeda (numismática) – dólar zimbabuano. Anteriormente, como Rodésia do Sul e Rodésia, adotou o sistema dólar rodesiano (1 Dollar = 100 Cents). Enquanto Companhia Britânica utilizou o sistema monetário da Grã-Bretanha. Código internacional ISO 4217: ZWD.

Antiga colônia britânica, sob o nome de Rodésia do Sul, depois Rodésia (página sobre História), o Zimbábue é um dos mais desenvolvidos países africanos. Possui reservas de amianto, ouro, níquel, cobre, prata, ferro e esmeralda.

Os grupos étnicos majoritários são os chonas e os nedebeles. Os brancos representam 2% da população, mas concentram grande parte da riqueza nacional. A disseminação da Aids no país é alarmante... Outros sérios problemas são a descaracterização cultural e a evasão de cérebros, causada por pessoas que vão embora para poder estudar...