Matéria publicada no Blog do Lau que não é confiável:
CONTRADIÇÃO:
Não estava de fato na Unidade Escolar no turno da manhã, porém fiquei perplexo quando comecei a ouvir os relatos das professoras agredidas. Todos os relatos, bem como o oficio que enviei a SEMED, encontra-se a disposição de toda a categoria na Unidade Escolar. Afirma o professor Luciano Reis, diretor da Unidade Escolar.
“ALIENADAS, PELEGAS E ENGANADORAS” esses foram os adjetivos atribuídos às professoras que estavam dando aula no ultimo dia 18 pelos colegas grevistas. Ao chegarem à unidade escolar, os grevistas se dirigiram as salas de aula e ao se deparem com colegas efetivos e em regime REDA ministrando aulas, começaram a distribuição gratuita de agressões.
- Eles já adentraram a sala distribuindo informativos e liberando os alunos avisando aos mesmos que a rede municipal de ensino encontrava-se em greve. Não o bastante voltaram-se contra mim ,que estava concluindo uma atividade com os alunos, e sem nenhum gesto de respeito, começaram a distribuição gratuita de ofensas com coisas do tipo: “Isso que você esta fazendo é uma enganação aos alunos, isso não é aula”.Relata a professora Carla Araújo
Já com a docente Gildete de Melo, já fora de sala, quando a mesma se dirigia até a sala dos professores, os colegas grevistas chegaram chamando-a de alienada, deixando-a sem nenhuma reação, uma vez que estava cumprindo o seu papel, pois seu regime de contrato prevê um prazo de início e termino, relata.
- O absurdo maior foi à forma como os colegas se dirigiram a nós, que já estamos na Unidade Escolar pelo segundo ano letivo, e já tínhamos um contato com o grupo. Me causou estranheza e ao mesmo tempo me trouxe uma sensação de exposição, pois tudo foi feito sempre na frente dos alunos. Disse a professora Vanda Santa Barbara indignada.
Exposição de nós professoras, quando o colega afirmava que, eu só estavamos ali por sermos contratadas...... e eu percebo que tinha nas ações o objetivo grande em depreciar a imagem do gestor da Unidade Escolar, Professor Luciano Reis, que vêm durante esses seis anos fazendo um excelente trabalho na Unidade Escolar. Faziam especulações politicas sobre o professor e induziam os alunos a se portarem de forma equivocada. Isso é contribuir na formação de seres críticos e pensantes? Indaga a professora Gicèlia Queiroz.
É muito triste perceber que pessoas deixam sobrepor interesses pessoas em detrimento do coletivo. Sou afiliado ao sindicato desde quando adentrei o Município e comungo com os ideais da categoria, porém não posso admitir que nossos colegas sejam destratadas desta maneira, sendo efetivos ou contratados. Ideais são individuais que podem ser partilhados em um coletivo, e cada um ser tem o livre arbítrio de comungar ou não. Não estava de fato na Unidade Escolar no turno da manhã, porém fiquei perplexo quando comecei a ouvir os relatos das professoras agredidas. Todos os relatos, bem como o oficio que enviei a SEMED, encontra-se a disposição de toda a categoria na Unidade Escolar. Afirma o professor Luciano Reis, diretor da Unidade Escolar.
- Eles já adentraram a sala distribuindo informativos e liberando os alunos avisando aos mesmos que a rede municipal de ensino encontrava-se em greve. Não o bastante voltaram-se contra mim ,que estava concluindo uma atividade com os alunos, e sem nenhum gesto de respeito, começaram a distribuição gratuita de ofensas com coisas do tipo: “Isso que você esta fazendo é uma enganação aos alunos, isso não é aula”.Relata a professora Carla Araújo
Já com a docente Gildete de Melo, já fora de sala, quando a mesma se dirigia até a sala dos professores, os colegas grevistas chegaram chamando-a de alienada, deixando-a sem nenhuma reação, uma vez que estava cumprindo o seu papel, pois seu regime de contrato prevê um prazo de início e termino, relata.
- O absurdo maior foi à forma como os colegas se dirigiram a nós, que já estamos na Unidade Escolar pelo segundo ano letivo, e já tínhamos um contato com o grupo. Me causou estranheza e ao mesmo tempo me trouxe uma sensação de exposição, pois tudo foi feito sempre na frente dos alunos. Disse a professora Vanda Santa Barbara indignada.
Exposição de nós professoras, quando o colega afirmava que, eu só estavamos ali por sermos contratadas...... e eu percebo que tinha nas ações o objetivo grande em depreciar a imagem do gestor da Unidade Escolar, Professor Luciano Reis, que vêm durante esses seis anos fazendo um excelente trabalho na Unidade Escolar. Faziam especulações politicas sobre o professor e induziam os alunos a se portarem de forma equivocada. Isso é contribuir na formação de seres críticos e pensantes? Indaga a professora Gicèlia Queiroz.
É muito triste perceber que pessoas deixam sobrepor interesses pessoas em detrimento do coletivo. Sou afiliado ao sindicato desde quando adentrei o Município e comungo com os ideais da categoria, porém não posso admitir que nossos colegas sejam destratadas desta maneira, sendo efetivos ou contratados. Ideais são individuais que podem ser partilhados em um coletivo, e cada um ser tem o livre arbítrio de comungar ou não. Não estava de fato na Unidade Escolar no turno da manhã, porém fiquei perplexo quando comecei a ouvir os relatos das professoras agredidas. Todos os relatos, bem como o oficio que enviei a SEMED, encontra-se a disposição de toda a categoria na Unidade Escolar. Afirma o professor Luciano Reis, diretor da Unidade Escolar.