VÍDEO TRABALHADO COM AS TURMAS DO 6º AO 9º ANO, DO TURNO VESPERTINO, DA ESCOLA SOLANGE COELHO. ESSE VÍDEO FOI PRODUZIDO POR UM GRUPO DE ALUNAS DO 9º ANO V1, EM NOVEMBRO DE 2015. PARABÉMS AO GRUPO PELO BOM TRABALHO REALIZADO.
Estudantes das turmas 9ºV1 e 8ºV3 da Escola Solange Coelho, em organização de grupos para o debate que ocorrerá no dia 20/7, sobre a História, Cultura, Ancestralidade e Contemporaneidade sobre Lauro de Freitas. Parabéns pela organização e discussão interna dos grupos!
Escola Municipal Solange Coelho
Prof. Edson Paiva
Disciplina: Educação Física
HISTÓRIA
DE LAURO DE FREITAS
A história do município se
inicia no século XVI, em maio de 1552, quando Garcia de Sousa d'Ávila (São
Pedro de Rates-Portugal, nasceu em 1528 e faleceu em Salvador, no dia 20 de
maio de 1609), homem de arma de sua Alteza, foi nomeado, no dia 1 de junho,
"feitor e almoxarife da Cidade do Salvador e da Alfândega". Recebeu
de seu primo, Tomé de Sousa, grandes lotes de terra no litoral baiano que
engloba hoje, desde o bairro de Amaralina até as terras do Estado do Piauí e do
Maranhão. Nessas terras foi desenvolvido um modelo quase feudal. Garcia D’Ávila
foi o responsável pelo desenvolvimento da Bahia e, em consequência, do Brasil.
Ele avançou nas pastagens de gado, plantio de cana-de-açúcar, tornando-se o
introdutor da pecuária extensiva no nordeste do Brasil e mais tarde,
responsável pelos engenhos de açúcar. Em Tatuapara, hoje, pertencente ao
município de Camaçari, construiu a Casa da Torre. Em Vila de Abrantes,
pertencente a jurisdição da Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga, antes chamada
de Aldeia do Espírito Santo, fundada em 1558, foi instalada uma missão jesuíta
com extensão até a localidade chamada Ipitanga, criando aí um aldeamento
catequético que deu origem a Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga em 1578,
quando foi construída uma pequena igrejinha que contou com o apoio da família
D'Ávila, proprietária da Casa da Torre.
Na região, instalou-se posteriormente
uma missão jesuítica, que daria origem à Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga
(águas vermelhas). A população da região era formada por um grande número de
indígenas habitantes do Morro dos Pirambás (antes os tupis, depois os tapuias e
quando os portugueses chegaram, os tupinambás). Em virtude de sua proximidade
com o mar, o que favorecia o escoamento da produção agrícola, instalaram-se na
região grandes engenhos de açúcar e com eles um grande contingente de
africanos. Ainda hoje é considerável o número de afro-descendentes, os quais
procuram conservar os costumes africanos, em especial o candomblé.
No século XVII a
história da cidade é marcada por um surto de cólera, que
dizimou parcela considerável da população, e pela construção da matriz de Santo Amaro de Ipitanga,
erguida na parte mais alta da cidade. A matriz se constituiu na construção mais
representativa desse período colonial no Brasil.
Desenvolvendo-se a partir
da igreja matriz, a região recebeu, inicialmente, o nome de freguesia de Santo
Amaro de Ipitanga. Durante a invasão holandesa (1624/25), a Freguesia e a
Aldeia serviram como base de refúgio dos portugueses. O governo português as
transformou em reduto, abrigando o comando eclesiástico e militar, que viriam a
organizar as lutas e ações militares para a expulsão dos invasores.
Em 1962, ano de sua
emancipação política de Salvador, a região passou a se chamar Lauro de Freitas,
em homenagem ao político baiano Lauro Farani Pedeira de Freitas, candidato a
governador do Estado, que faleceu em um acidente aéreo em Bom Jesus da Lapa, em
1950, durante campanha eleitoral. Atualmente, há um movimento na cidade com o
objetivo de devolver o antigo nome da cidade, Santo Amaro de Ipitanga, em
homenagem ao seu padroeiro.
Originalmente, Lauro de
Freitas pertencia a Salvador, até que, em 1880, passou a distrito de
Montenegro, atual Camaçari. Em 1932, retornou a Salvador, assim permanecendo
até 1962, quando foi transformado em município. Seu primeiro prefeito foi o
enfermeiro da base aérea Celso Alves
Pinheiro da Silva (1962-1966), seguido por Amarilio Tiago dos Santos
(1967/1969) e Alfredo Agostinho de Deus. A partir de 1972, juntamente com
Simões Filho, Candeias e Camaçari o município for declarado "de interesse
da segurança nacional" por decreto-lei amparado na constituição de 1967,
passando a ter prefeitos nomeados e não eleitos, o que atrofiou a
representatividade política local. Lauro de Freitas estava incluída por ser
vizinha de uma base aérea da Aeronáutica. O aeroporto, originalmente
pertencente a Santo Amaro de Ipitanga, já tinha sido recortado no mapa para se
encaixar no território de Salvador.
Quando voltaram a ser
realizadas as eleições diretas nas áreas de segurança nacional, a prefeitura
foi ocupada, entre 1973 e 1985, por Ismael Ornelas Farias e Gerino de Souza
Filho. O primeiro prefeito eleito depois da redemocratização foi Paulo José Rosa
Neto, que governou entre 1986 e 1988, sendo substituído por João Leão. A
retomada da vida política local trouxe uma mudança profunda no ritmo de
desenvolvimento da cidade e João Leão influenciaria decisivamente a eleição dos
três prefeitos seguintes, todos do seu grupo político: Otávio Pimentel, em
1993, Roberto Muniz em 1997 e Marcelo Abreu em 2001. Em 2004 foi eleita e
posteriormente reeleita a deputada federal Moema Gramacho permanecendo à frente
do executivo municipal até 2013. O atual prefeito é o ex-vereador Marcio
Araponga Paiva.
Lauro de Freitas é um
dos dez municípios que compõem a Região Metropolitana de Salvador, também
conhecida como Grande Salvador. É a segunda região metropolitana mais populosa
do Nordeste Brasileiro e a sexta do Brasil, formada pelos municípios de
Camaçari, Candeias, Dias d'Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus,
Salvador, São Francisco do Conde, Simões Filho e Vera Cruz. Localizado no
nordeste do Estado da Bahia, na região conhecida como Litoral Norte, possui uma
pequena área, de apenas 60 km², e faz divisa, ao norte, com Camaçari, através
do Rio Joanes, e Simões Filho, pelo CIA; ao sul, com Salvador, pela praia de
Ipitanga; ao leste, com o Oceano Atlântico; e, ao oeste, também com Salvador. O
município conta apenas com o distrito sede, sendo as demais localidades
consideradas bairros, como Areia Branca, Capiarara, Capelão, Jambeiro, Portão, Buraquinho,
Caixa d'Água, Caji, Vida Nova, Itinga, Parque São Paulo, Parque Santa Rita,
Centro, Ipitanga, Vila Praiana, Miragem
e Vilas do Atlântico.
Lauro de Freitas possui
um PIB de mais de um bilhão
de reais (chegando
a ser o 5º maior do estado). Considerado um dos municípios mais
industrializados da Bahia, ocupando o 3º lugar entre eles e possuindo uma
planta industrial baseada em inúmeras "indústrias limpas". Seu
comércio concentra-se na Estrada do Coco (BA-099), que corta o município e nas
zonas centrais de alguns bairros. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2013
sua população era
estimada em 184.383 habitantes,
espalhados em 57 km², resultando em aproximadamente 3.196 habitantes por
quilômetro quadrado. O município é um dos que mais cresce no país e foi
considerado o quarto município que mais gerou empregos no
ano de 2009, fato
que se repete ao longo dos anos.
No segmento de turismo, o
município apresenta um grande potencial. A região possui um litoral de sete
quilômetros banhado pelo Oceano Atlântico, subdividido em três belas praias:
Buraquinho, Praia de Ipitanga e Vilas do Atlântico. Há ainda cerca de 22 mil
hectares de Mata Atlântica em Área de Proteção Ambiental, apta para o
ecoturismo.
No calendário de festas,
destaca-se a festa de Santo Amaro de Ipitanga, o maior evento religioso local e
um importante atrativo turístico, realizada entre os dias 6 e 15 de janeiro,
quando ocorrem novenas, a lavagem da igreja com a presença de baianas, a
procissão e a missa solene. O aniversário do município é comemorado no dia 31
de julho e ainda há espaço para a festa de São Francisco de Assis, na praia de
Buraquinho, e as tradicionais lavagens dos bairros, como ocorre em Vilas do
Atlântico, Portão e no Largo do Caranguejo, em Itinga.
REFERENCIAS:
http://www.vertentes.ufba.br/o-municipio-de-lauro-de-freitas-na-regiao-metropolitana
NOME_________________________________________________ TURMA _______________
QUESTIONÁRIO
0,2 cada resposta correta = 2,0 pontos
1 - A história do município se inicia em qual século e ano?
2 – O governador-geral, Tomé de
Souza, cedeu alguns lotes de terra do litoral baiano a quem?
___________________________________________. Atrás, fale tudo sobre esse
homem.
3 - Como os povos indígenas chama essa terra, que hoje é Lauro de
Freitas?
4 – Quem habitava nessas terras quando os portugueses chegaram?
5 – Antes dos Tupinambás, quais os povos indígenas que habitaram nessas
terras?
6 – Desenvolvendo-se a partir da igreja matriz, a região recebeu,
inicialmente, o nome de freguesia de Santo Amaro de Ipitanga. Esse nome foi
dado por quem?
7 – Localizado no nordeste do Estado da Bahia, na região conhecida como
Litoral Norte, possui uma pequena área, de?
8 – Faz divisa com 3 municípios, quais são eles?
9 – O município conta apenas com o distrito sede, sendo as demais
localidades consideradas bairros, quais são eles?
10 – Em que ano o município foi
emancipado? __________________
Quantos anos fará no dia
31/7 de 2016? ____________________
O nome Lauro de Freitas
foi em homenagem a quem? _______________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Qual o nome do primeiro prefeito? _
Escola Municipal Solange
Coelho
Professor: EDSON PAIVA
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA Área do Conhecimento: CÓDIGOS E LINGUAGENS
Período: 6 a 15/7 Turmas: do 6º ao 9º ANOS (Atividades em Sala)
|
SEQUÊNCIA
DIDÁTICA
Objetivo Geral: Ter
atenção e concentração, manter a sala limpa, compreender a história de L de
Freitas, interpretar vídeo e responder ao questionário.
|
Data
|
C.H
|
Conteúdo ou tema
|
Objetivos específicos
|
Procedimentos Didáticos/ Recursos
|
Avaliação/Produção Final
|
06
a 08/7
6º
a 9º anos
13
a 15/07
6º
ao 9º ano
|
50
min
50min.
|
História, de
Lauro de Freitas
|
Perceber e
compreender a História de Lauro de Freias, a sua cultura, a territorialidade
e ancestralidade.
Avaliar o
nível de prontidão através dos questionários entregues
|
Vídeos:
História, cultura e
contemporaneidade de Lauro de Freitas;
Discussão,
interpretação do vídeo e questionamentos
Texto para
reprodução;
Questionário
com 10 perguntas;
Divisão
em grupos para o debate que ocorrerá durante os dias 20, 21 e 22/7
|
Reprodução do textual =
2,0 pontos
Questionário
= 2,0 pontos
Respostas
assertivas ao decorrer da aula = 1,0
|
Edson Paiva
Escola Municipal Solange
Coelho
Rua
Nossa Senhora Aparecida, s/nº, Itinga, Lauro de Freitas/Ba
Código
da Escola: 29178800 - Portaria de Autorização – nº 135/98
Tel.: (71) 3365-2461/ 3377-5705
PLANEJAMENTO 2016
Meio ambiente, territorialidade e ancestralidade
Professor: Edson Paiva Disciplina:
Educação Física Coordenação Pedagógica: Raquel
Ventura
Período:
04/07 a 28/9 Ano: 2016 Turmas: do 6º ao 9º anos Área do Conhecimento: Códigos e Linguagens
|
PLANO DE UNIDADE – 2016
Competências Gerais
para todas as disciplinas:
·
Ser capaz de
compreender e interpretar textos que circulam na sociedade e perceber as
diferentes dimensões de leitura: o dever de ler, a necessidade de ler e o
prazer de ler.
·
Ser capaz de compreender as regularidades do sistema
linguístico utilizados na prática de escrita e leitura, na produção de textos
orais e escritos ampliando sua capacidade discursiva no uso público da
linguagem.
OBJETIVO GERAL:
6º e 7º anos - Ser
capaz de construir uma redação descritiva obedecendo as normas técnicas,
interpretar vídeos, construir textos, produzir pesquisa segundo as estruturas
básicas, entender a história de Lauro de Freitas, a composição étnica e sua
cultura. Demonstrar conhecimento do futsal através de um torneio Inter sala.
7ª ano - Entender as
olimpíadas de 2016 e perceber as suas implicações para o Brasil.
8º e 9º anos - Ser
capaz de construir uma redação dissertativa obedecendo as normas técnicas,
interpretar vídeos, construir textos, produzir pesquisa segundo as estruturas
básicas, entender a história de Lauro de Freitas, a composição étnica e sua
cultura.
Demonstrar
conhecimento do futsal através de um torneio Inter sala.
8º ano - Entender a
questão da cultura do estupro e se posicionar perante o mesmo.
9º ano - Entender as
olimpíadas de 2016 e perceber as suas implicações para o Brasil.
|
3ª
UNIDADE
|
COMPETÊNCIAS
|
HABILIDADES
|
CONTEÚDOS
|
ESTRATÉGIAS
|
AVALIAÇÃO
|
-
Ter atenção e concentração;
-
Ler textos;
-
Interpretar vídeos;
-
Produzir textos;
-
Manter a sala limpa e arrumada;
-
Aprender e ou relembrar a história do município de L Freitas;
-
Saber construir as três partes de uma redação Descritiva (6º e 7º anos).
-
Saber construir as três partes de uma redação Dissertativa (8º e 9º anos).
7º
e 9º anos
Entender
o processo de uma olimpíada,
EM
QUADRA
-
Ter disciplina na quadra.
-
Respeitar o outro.
-
Conhecer o seu esquema corporal e sua potencialidade.
-
Perceber a sua lateralidade.
Dominar
a estrutura espacial.
-
Rolar para frente.
-
Saltar e pular.
-
Jogar o futsal obedecendo as regras.
|
Identificar e escrever as letras maiúsculas
no início e após as pontuações ao produzir textos;
Diferenciar
letras de
outros sinais
gráficos: números, séculos, sinais de pontuações (representações);
Interpretar vídeos;
Identificar conceitos de palavras;
-
Compreender o histórico de L Freitas e sua composição étnico cultural (6º ao
9º ano);
-
Perceber o histórico do futsal, suas regras e ter noção das medidas oficiais
da sua quadra;
Produzir
uma redação descritiva (6º ano).
Entender
a questão da cultura do estupro e se posicionar perante o mesmo (8º ano).
8º
e 9º anos
Diferenciar
a redação descritiva da dissertativa;
Entender
e produzir uma redação dissertativa;
Interpretar
vídeos;
Identificar
as implicações da olimpíada de 2016 e suas consequência para o Brasil.
EM
QUADRA
-
Perceber os espaços que serão trabalhados e construir regras e normas de convivência
para respeitar o espaço e o outro.
-
Vivenciar atividades esportivas.
-
Vivenciar o jogo futsal e o basquetebol para perceber as regras e normas
técnicas do esporte.
Perceber
o seu corpo e as diversas formas de movimento.
Estrutura
temporal e espacial.
Direcionalidade,
lateralidade, coordenação motora ampla e fina, rolamento para frente,
agilidade corporal, controle e passe de bola para o jogo de futsal.
-
Vivenciar o jogo de futsal, voleibol e baleado.
-
Organização autônoma na formação do time.
-
Respeitar as normas e regras construída coletivamente
-
Manutenção do espaço limpo e manter os objetos existentes em ordem,
-
Vivenciar o futsal, voleibol e baleado.
|
6º ano
-
Histórico de L. Freitas
- Futsal:
histórico, regras do jogo e medidas da quadra;
- Técnicas de
redação descritiva;
-
Interpretação de vídeos e construção textual.
7º ano
-
Histórico de L. Freitas
-
Técnicas de redação descritiva;
-Interpretação
de vídeos;
-
Olímpiadas 2016, com foco no atletismo (7º e 9º anos).
8º ano
- Histórico
de L. Freitas
- Técnicas de
redação dissertativa;
-
Interpretação de vídeos e construção textual;
- Cultura do
estupro (8º ano).
|
Apresentação
de vídeos:
- Histórico de L de Freitas
Debate em grupos pontuado
-
“E eu com isso”
Discute
a questão do meio ambiente e sua importância;
-
Exposição no quadro das três partes que estruturam a pesquisa
-
Explicação detalhada de cada parte:
.
1ª parte - Histórico e seus elementos construtivos (5 linhas).
.
2ª parte - Regras do jogo.
.
3ª parte – Desenho e medidas da quadra.
-
Comentários analítico sobre as atividades
produzidas.
-
Esclarecimento sobre redação descritiva.
-
Discussão sobre as partes de uma redação dissertativa (introdução,
desenvolvimento e conclusão), quantitativo de linhas padrão, como se divide
cada parte e definição das mesmas.
-
O que é problema social e identificação de um problema.
-
Obrigação da enumeração do quantitativo das linhas solicitadas.
-
Construção textual em quadro com a participação dos estudantes sobre a
construção da introdução, tendo como referência o título e ou tema
“Desconhecimento
do estudante”.
Solicitação
de produção da introdução para próxima aula, título “Desemprego”.
-
Discussão da estrutura solicitada e formas apresentadas;
-
Leitura do histórico produzido e devidas correções.
-
Problematização e contextualização do vídeo e sua inter-relação com a
sociedade contemporânea.
-
Discussão sobre diversidade e respeito humano.
-
Feedback com perguntas e respostas.
Produção
de texto (redação descritiva e dissertativa).
EM QUADRA
-
Formação em grande grupo, discussão e construção das regras e normas de
convivência.
-
Discussão sobre autonomia e respeito ao outro para formação de times.
-
Construção do tempo de cada jogo.
-
Bola de futsal, voleibol e rede de voleibol.
-
Em grupo, explicação da atividade e importância da participação de todos.
-
Efeitos das atividades e a importância de perceber o esquema corporal e
esquema espacial.
-
Controle das partes do corpo em relação as atividades de saltar dentro dos
aros, pular barreira e rolar o corpo para frente sobre o tatame.
-
Controle e ajuda aos estudantes que apresentam dificuldades em relação as
atividades solicitadas.
Material:
Arcos, cones, bastão, tatames, bola de futsal, voleibol e rede de voleibol.
-
Discussão com a turma sobre manutenção e respeito das normas e regras
construídas.
-
Vivenciando os jogos de futsal, basquete, vôlei e baleado.
Material: bola de futsal, voleibol, basquete
e rede de voleibol.
|
Avaliação
diagnóstica.
Questionário
sobre L de Freitas = 2,0
Discussão
interpretativa e produção de texto
Valor: 1,0 a
2,0 ponto
Feedback
sobre o explicado, pergunta e resposta (0,5 a 1,0 ponto)
Apresentação
da pesquisa (2,0 pontos)
Pontuação
sobre perguntas formuladas pelo professor e respostas assertivas = de 0,5 a
1,0 ponto.
Produção para
casa (construção da introdução com 5 linhas)
Valor = 2,0
pontos.
Pontuação do
trabalho realizado, construção em sala do histórico = 1,0 ponto.
Redação
descritiva = 3,0:
Introdução =
1,0 ponto
Desenvolvimento
= 1,0 ponto
Conclusão =
1,0 ponto
Observação
visual do professor.
|
|
Recursos
|
|||||
- Notebook, projetor
multimídia, caixa de som.
- Quadro e
piloto.
Textos.
- Bola de
futsal, vôlei, basquete, bastão, cones, tatames, aros.
|
PROJETO
ESPECÍFICO DA DISCIPLINA EDUCAÇÃO FÍSICA
|
- Oficina de Arte
A oficina de arte que será construída com
alunos voluntários dos 6º e 7º anos, masculino e feminino, atividade em
contra turno. Objetiva a aprendizagem de algumas técnicas primárias da
pintura.
Dia da oficina: a ser discutido com os
participantes, das 10h30 às 11h30
Responsável: Edson Paiva
Início: final de julho/2016.
-
Projeto Núcleo estudantil de Ações Afirmativas – NEAF
O núcleo será construído com os alunos
indicados em 2015, com a participação de mais dois novos (turno vespertino),
responsável Edson Paiva,
- Alunos do turno matutino será escolhido
pelo responsável do turno (a profª Ana Ventura ficou responsável).
|
BIBLIOGRAFIA:
ÁLVAREZ
MÉNDEZ, Juan M. Avaliar para conhecer: examinar para excluir. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
BERBEL,
Neusi A Navas. Metodologia da
Problematização. Ed. UEL. Londrina, 1999.
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Anna M. Salgueiro. Avaliação e processo de ensino aprendizagem. Presença
Pedagógica, Belo Horizonte, v. 3, p. 53-61, set./out. 1997.
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Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão Permanente de
Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte:
CAVALLEIRO,
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Pedro. Educar pela pesquisa. 3ª,
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COLETIVO
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educação física. São Paulo, Cortez, 1992.
CNTE,
RETRATO DA ESCOLA, Educação e Diversidade, Volume 07, n 13, julho a dezembro
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DALBEN,
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Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.
DEMO,
Pedro. Teoria e prática da avaliação qualitativa. Temas do 2º Congresso
Internacional sobre Avaliação na Educação. Curitiba, Paraná, 2004. p.
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ESTEBAN,
Maria Tereza. Pedagogia de Projetos: entrelaçando o ensinar, o aprender e o
avaliar à democratização do cotidiano escolar. In: SILVA, J. F.;
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O Que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de
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LUCKESI,
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MUNANGA,
Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil - Identidade Nacional versus
Identidade Negra. Petrópolis: Vozes, 1994.
PERRENOUD,
Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas
lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
SAUL,
Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática da avaliação
e reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 1988.
DATA: 05/07/2016
Edson
Paiva
Ass. do Professor
|








