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sábado, 9 de julho de 2016



VÍDEO TRABALHADO COM AS TURMAS DO 6º AO 9º ANO, DO TURNO VESPERTINO, DA ESCOLA SOLANGE COELHO. ESSE VÍDEO FOI PRODUZIDO POR UM GRUPO DE ALUNAS DO 9º ANO V1, EM NOVEMBRO DE 2015. PARABÉMS AO GRUPO PELO BOM TRABALHO REALIZADO.


Estudantes das turmas 9ºV1 e 8ºV3 da Escola Solange Coelho, em organização de grupos para o debate que ocorrerá no dia 20/7, sobre a História, Cultura, Ancestralidade e Contemporaneidade sobre Lauro de Freitas. Parabéns pela organização e discussão interna dos grupos!










Escola Municipal Solange Coelho
Prof. Edson Paiva
Disciplina: Educação Física

HISTÓRIA DE LAURO DE FREITAS

                    A história do município se inicia no século XVI, em maio de 1552, quando Garcia de Sousa d'Ávila (São Pedro de Rates-Portugal, nasceu em 1528 e faleceu em Salvador, no dia 20 de maio de 1609), homem de arma de sua Alteza, foi nomeado, no dia 1 de junho, "feitor e almoxarife da Cidade do Salvador e da Alfândega". Recebeu de seu primo, Tomé de Sousa, grandes lotes de terra no litoral baiano que engloba hoje, desde o bairro de Amaralina até as terras do Estado do Piauí e do Maranhão. Nessas terras foi desenvolvido um modelo quase feudal. Garcia D’Ávila foi o responsável pelo desenvolvimento da Bahia e, em consequência, do Brasil. Ele avançou nas pastagens de gado, plantio de cana-de-açúcar, tornando-se o introdutor da pecuária extensiva no nordeste do Brasil e mais tarde, responsável pelos engenhos de açúcar. Em Tatuapara, hoje, pertencente ao município de Camaçari, construiu a Casa da Torre. Em Vila de Abrantes, pertencente a jurisdição da Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga, antes chamada de Aldeia do Espírito Santo, fundada em 1558, foi instalada uma missão jesuíta com extensão até a localidade chamada Ipitanga, criando aí um aldeamento catequético que deu origem a Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga em 1578, quando foi construída uma pequena igrejinha que contou com o apoio da família D'Ávila, proprietária da Casa da Torre.
                    Na região, instalou-se posteriormente uma missão jesuítica, que daria origem à Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga (águas vermelhas). A população da região era formada por um grande número de indígenas habitantes do Morro dos Pirambás (antes os tupis, depois os tapuias e quando os portugueses chegaram, os tupinambás). Em virtude de sua proximidade com o mar, o que favorecia o escoamento da produção agrícola, instalaram-se na região grandes engenhos de açúcar e com eles um grande contingente de africanos. Ainda hoje é considerável o número de afro-descendentes, os quais procuram conservar os costumes africanos, em especial o candomblé.
                    No século XVII a história da cidade é marcada por um surto de cólera, que dizimou parcela considerável da população, e pela construção da matriz de Santo Amaro de Ipitanga, erguida na parte mais alta da cidade. A matriz se constituiu na construção mais representativa desse período colonial no Brasil.
                     Desenvolvendo-se a partir da igreja matriz, a região recebeu, inicialmente, o nome de freguesia de Santo Amaro de Ipitanga. Durante a invasão holandesa (1624/25), a Freguesia e a Aldeia serviram como base de refúgio dos portugueses. O governo português as transformou em reduto, abrigando o comando eclesiástico e militar, que viriam a organizar as lutas e ações militares para a expulsão dos invasores.
                      Em 1962, ano de sua emancipação política de Salvador, a região passou a se chamar Lauro de Freitas, em homenagem ao político baiano Lauro Farani Pedeira de Freitas, candidato a governador do Estado, que faleceu em um acidente aéreo em Bom Jesus da Lapa, em 1950, durante campanha eleitoral. Atualmente, há um movimento na cidade com o objetivo de devolver o antigo nome da cidade, Santo Amaro de Ipitanga, em homenagem ao seu padroeiro.
                     Originalmente, Lauro de Freitas pertencia a Salvador, até que, em 1880, passou a distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932, retornou a Salvador, assim permanecendo até 1962, quando foi transformado em município. Seu primeiro prefeito foi o enfermeiro da base aérea  Celso Alves Pinheiro da Silva (1962-1966), seguido por Amarilio Tiago dos Santos (1967/1969) e Alfredo Agostinho de Deus. A partir de 1972, juntamente com Simões Filho, Candeias e Camaçari o município for declarado "de interesse da segurança nacional" por decreto-lei amparado na constituição de 1967, passando a ter prefeitos nomeados e não eleitos, o que atrofiou a representatividade política local. Lauro de Freitas estava incluída por ser vizinha de uma base aérea da Aeronáutica. O aeroporto, originalmente pertencente a Santo Amaro de Ipitanga, já tinha sido recortado no mapa para se encaixar no território de Salvador.
                      Quando voltaram a ser realizadas as eleições diretas nas áreas de segurança nacional, a prefeitura foi ocupada, entre 1973 e 1985, por Ismael Ornelas Farias e Gerino de Souza Filho. O primeiro prefeito eleito depois da redemocratização foi Paulo José Rosa Neto, que governou entre 1986 e 1988, sendo substituído por João Leão. A retomada da vida política local trouxe uma mudança profunda no ritmo de desenvolvimento da cidade e João Leão influenciaria decisivamente a eleição dos três prefeitos seguintes, todos do seu grupo político: Otávio Pimentel, em 1993, Roberto Muniz em 1997 e Marcelo Abreu em 2001. Em 2004 foi eleita e posteriormente reeleita a deputada federal Moema Gramacho permanecendo à frente do executivo municipal até 2013. O atual prefeito é o ex-vereador Marcio Araponga Paiva.
                     Lauro de Freitas é um dos dez  municípios que compõem a Região Metropolitana de Salvador, também conhecida como Grande Salvador. É a segunda região metropolitana mais populosa do Nordeste Brasileiro e a sexta do Brasil, formada pelos municípios de Camaçari, Candeias, Dias d'Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Salvador, São Francisco do Conde, Simões Filho e Vera Cruz. Localizado no nordeste do Estado da Bahia, na região conhecida como Litoral Norte, possui uma pequena área, de apenas 60 km², e faz divisa, ao norte, com Camaçari, através do Rio Joanes, e Simões Filho, pelo CIA; ao sul, com Salvador, pela praia de Ipitanga; ao leste, com o Oceano Atlântico; e, ao oeste, também com Salvador. O município conta apenas com o distrito sede, sendo as demais localidades consideradas bairros, como Areia Branca, Capiarara, Capelão, Jambeiro, Portão, Buraquinho, Caixa d'Água, Caji, Vida Nova, Itinga, Parque São Paulo, Parque Santa Rita, Centro, Ipitanga,  Vila Praiana, Miragem e Vilas do Atlântico.
                   Lauro de Freitas possui um PIB de mais de um bilhão de reais (chegando a ser o 5º maior do estado). Considerado um dos municípios mais industrializados da Bahia, ocupando o 3º lugar entre eles e possuindo uma planta industrial baseada em inúmeras "indústrias limpas". Seu comércio concentra-se na Estrada do Coco (BA-099), que corta o município e nas zonas centrais de alguns bairros. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2013 sua população era estimada em 184.383 habitantes, espalhados em 57 km², resultando em aproximadamente 3.196 habitantes por quilômetro quadrado. O município é um dos que mais cresce no país e foi considerado o quarto município que mais gerou empregos no ano de 2009, fato que se repete ao longo dos anos.
                   No segmento de turismo, o município apresenta um grande potencial. A região possui um litoral de sete quilômetros banhado pelo Oceano Atlântico, subdividido em três belas praias: Buraquinho, Praia de Ipitanga e Vilas do Atlântico. Há ainda cerca de 22 mil hectares de Mata Atlântica em Área de Proteção Ambiental, apta para o ecoturismo.
                     No calendário de festas, destaca-se a festa de Santo Amaro de Ipitanga, o maior evento religioso local e um importante atrativo turístico, realizada entre os dias 6 e 15 de janeiro, quando ocorrem novenas, a lavagem da igreja com a presença de baianas, a procissão e a missa solene. O aniversário do município é comemorado no dia 31 de julho e ainda há espaço para a festa de São Francisco de Assis, na praia de Buraquinho, e as tradicionais lavagens dos bairros, como ocorre em Vilas do Atlântico, Portão e no Largo do Caranguejo, em Itinga.

REFERENCIAS:
http://www.vertentes.ufba.br/o-municipio-de-lauro-de-freitas-na-regiao-metropolitana

























NOME_________________________________________________ TURMA _______________

QUESTIONÁRIO
0,2 cada resposta correta = 2,0 pontos

1 - A história do município se inicia em qual século e ano?


 2 – O governador-geral, Tomé de Souza, cedeu alguns lotes de terra do litoral baiano a quem?
___________________________________________. Atrás, fale tudo sobre esse homem.


3 - Como os povos indígenas chama essa terra, que hoje é Lauro de Freitas?


4 – Quem habitava nessas terras quando os portugueses chegaram?


5 – Antes dos Tupinambás, quais os povos indígenas que habitaram nessas terras?


6 – Desenvolvendo-se a partir da igreja matriz, a região recebeu, inicialmente, o nome de freguesia de Santo Amaro de Ipitanga. Esse nome foi dado por quem?


7 – Localizado no nordeste do Estado da Bahia, na região conhecida como Litoral Norte, possui uma pequena área, de?

8 – Faz divisa com 3 municípios, quais são eles?


9 – O município conta apenas com o distrito sede, sendo as demais localidades consideradas bairros, quais são eles?



10 –  Em que ano o município foi emancipado? __________________
         Quantos anos fará no dia 31/7 de 2016? ____________________
         O nome Lauro de Freitas foi em homenagem a quem? _______________________________
         ___________________________________________________________________________
         ___________________________________________________________________________
    
     Qual o nome do primeiro prefeito? _
Escola Municipal Solange Coelho

Professor: EDSON PAIVA                    Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA      Área do Conhecimento: CÓDIGOS E LINGUAGENS

Período: 6 a 15/7                                          Turmas: do 6º ao 9º ANOS     (Atividades em Sala)                                                                                                                                                                                                                           
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Objetivo Geral: Ter atenção e concentração, manter a sala limpa, compreender a história de L de Freitas, interpretar vídeo e responder ao questionário.


Data
C.H
Conteúdo ou tema
Objetivos específicos
Procedimentos Didáticos/ Recursos
Avaliação/Produção Final
06 a 08/7
6º a 9º anos




13 a 15/07
6º ao 9º ano


50
min







50min.









História, de Lauro de Freitas












Perceber e compreender a História de Lauro de Freias, a sua cultura, a territorialidade e ancestralidade.  


Avaliar o nível de prontidão através dos questionários entregues








Vídeos: História, cultura e contemporaneidade de Lauro de Freitas;
Discussão, interpretação do vídeo e questionamentos
Texto para reprodução;
Questionário com 10 perguntas;



 Divisão em grupos para o debate que ocorrerá durante os dias 20, 21 e 22/7
 Reprodução do textual =
2,0 pontos

Questionário = 2,0 pontos

Respostas assertivas ao decorrer da aula = 1,0











Edson Paiva



Escola Municipal Solange Coelho
Rua Nossa Senhora Aparecida, s/nº, Itinga, Lauro de Freitas/Ba
Código da Escola: 29178800 - Portaria de Autorização – nº 135/98
 Tel.: (71) 3365-2461/ 3377-5705

PLANEJAMENTO 2016
Meio ambiente, territorialidade e ancestralidade

Professor: Edson Paiva                Disciplina: Educação Física                            Coordenação Pedagógica: Raquel Ventura                                

Período:  04/07 a 28/9      Ano:  2016    Turmas:  do 6º ao 9º anos     Área do Conhecimento: Códigos e Linguagens
                                                                                                                                                                                        

PLANO DE UNIDADE – 2016

Competências Gerais para todas as disciplinas:
·        Ser capaz de compreender e interpretar textos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões de leitura: o dever de ler, a necessidade de ler e o prazer de ler.
·        Ser capaz de compreender as regularidades do sistema linguístico utilizados na prática de escrita e leitura, na produção de textos orais e escritos ampliando sua capacidade discursiva no uso público da linguagem.
OBJETIVO GERAL: 
6º e 7º anos - Ser capaz de construir uma redação descritiva obedecendo as normas técnicas, interpretar vídeos, construir textos, produzir pesquisa segundo as estruturas básicas, entender a história de Lauro de Freitas, a composição étnica e sua cultura. Demonstrar conhecimento do futsal através de um torneio Inter sala.
7ª ano - Entender as olimpíadas de 2016 e perceber as suas implicações para o Brasil.
8º e 9º anos - Ser capaz de construir uma redação dissertativa obedecendo as normas técnicas, interpretar vídeos, construir textos, produzir pesquisa segundo as estruturas básicas, entender a história de Lauro de Freitas, a composição étnica e sua cultura.
Demonstrar conhecimento do futsal através de um torneio Inter sala.
8º ano - Entender a questão da cultura do estupro e se posicionar perante o mesmo.
9º ano - Entender as olimpíadas de 2016 e perceber as suas implicações para o Brasil.


3ª UNIDADE
COMPETÊNCIAS
HABILIDADES
CONTEÚDOS
ESTRATÉGIAS
AVALIAÇÃO
- Ter atenção e concentração;
- Ler textos;
- Interpretar vídeos;
- Produzir textos;
- Manter a sala limpa e arrumada;
- Aprender e ou relembrar a história do município de L Freitas;

- Saber construir as três partes de uma redação Descritiva (6º e 7º anos).

- Saber construir as três partes de uma redação Dissertativa (8º e 9º anos).






















7º e 9º anos

Entender o processo de uma olimpíada,










































EM QUADRA

- Ter disciplina na quadra.
- Respeitar o outro.
- Conhecer o seu esquema corporal e sua potencialidade.
- Perceber a sua lateralidade.

Dominar a estrutura espacial.
- Rolar para frente.
- Saltar e pular.
- Jogar o futsal obedecendo as regras.



























 Identificar e escrever as letras maiúsculas no início e após as pontuações ao produzir textos;

Diferenciar letras de
outros sinais gráficos: números, séculos, sinais de pontuações (representações);

 Interpretar vídeos;
 Identificar conceitos de  palavras;

- Compreender o histórico de L Freitas e sua composição étnico cultural (6º ao 9º ano);

- Perceber o histórico do futsal, suas regras e ter noção das medidas oficiais da sua quadra;
Produzir uma redação descritiva (6º ano).

Entender a questão da cultura do estupro e se posicionar perante o mesmo (8º ano).

8º e 9º anos
Diferenciar a redação descritiva da dissertativa;

Entender e produzir uma redação dissertativa;

Interpretar vídeos;

Identificar as implicações da olimpíada de 2016 e suas consequência para o Brasil.










































EM QUADRA

- Perceber os espaços que serão trabalhados e construir regras e normas de convivência para respeitar o espaço e o outro.
- Vivenciar atividades esportivas.
- Vivenciar o jogo futsal e o basquetebol para perceber as regras e normas técnicas do esporte.

Perceber o seu corpo e as diversas formas de movimento.
Estrutura temporal e espacial.
Direcionalidade, lateralidade, coordenação motora ampla e fina, rolamento para frente, agilidade corporal, controle e passe de bola para o jogo de futsal.
- Vivenciar o jogo de futsal, voleibol e baleado.

- Organização autônoma na formação do time.
- Respeitar as normas e regras construída coletivamente
- Manutenção do espaço limpo e manter os objetos existentes em ordem,
- Vivenciar o futsal, voleibol e baleado.















6º ano
- Histórico de L. Freitas
- Futsal: histórico, regras do jogo e medidas da quadra;
- Técnicas de redação descritiva;
- Interpretação de vídeos e construção textual.

7º ano
- Histórico de L. Freitas
- Técnicas de redação descritiva;

-Interpretação de vídeos;

- Olímpiadas 2016, com foco no atletismo (7º e 9º anos).

8º ano
- Histórico de L. Freitas
- Técnicas de redação dissertativa;

- Interpretação de vídeos e construção textual;

- Cultura do estupro (8º ano).






































































Apresentação de vídeos:
- Histórico de L de        Freitas
Debate em grupos pontuado

- “E eu com isso”
Discute a questão do meio ambiente e sua importância;

- Exposição no quadro das três partes que estruturam a pesquisa
- Explicação detalhada de cada parte:
. 1ª parte - Histórico e seus elementos construtivos (5 linhas).
. 2ª parte - Regras do jogo.
. 3ª parte – Desenho e medidas da quadra.
- Comentários analítico sobre as atividades   produzidas.
- Esclarecimento sobre redação descritiva.
- Discussão sobre as partes de uma redação dissertativa (introdução, desenvolvimento e conclusão), quantitativo de linhas padrão, como se divide cada parte e definição das mesmas.
- O que é problema social e identificação de um problema.
- Obrigação da enumeração do quantitativo das linhas solicitadas.
- Construção textual em quadro com a participação dos estudantes sobre a construção da introdução, tendo como referência o título e ou tema

“Desconhecimento do estudante”.
Solicitação de produção da introdução para próxima aula, título “Desemprego”.

- Discussão da estrutura solicitada e formas apresentadas;
- Leitura do histórico produzido e devidas correções.

- Problematização e contextualização do vídeo e sua inter-relação com a sociedade contemporânea.
- Discussão sobre diversidade e respeito humano.
- Feedback com perguntas e respostas.
Produção de texto (redação descritiva e dissertativa).



EM QUADRA

- Formação em grande grupo, discussão e construção das regras e normas de convivência.
- Discussão sobre autonomia e respeito ao outro para formação de times.
- Construção do tempo de cada jogo.
- Bola de futsal, voleibol e rede de voleibol.



- Em grupo, explicação da atividade e importância da participação de todos.
- Efeitos das atividades e a importância de perceber o esquema corporal e esquema espacial.
- Controle das partes do corpo em relação as atividades de saltar dentro dos aros, pular barreira e rolar o corpo para frente sobre o tatame.
- Controle e ajuda aos estudantes que apresentam dificuldades em relação as atividades solicitadas.
Material: Arcos, cones, bastão, tatames, bola de futsal, voleibol e rede de voleibol.

- Discussão com a turma sobre manutenção e respeito das normas e regras construídas.
- Vivenciando os jogos de futsal, basquete, vôlei e baleado.
 Material: bola de futsal, voleibol, basquete e rede de voleibol.
Avaliação diagnóstica.
Questionário sobre L de Freitas = 2,0

Discussão interpretativa e produção de texto
Valor: 1,0 a 2,0 ponto

Feedback sobre o explicado, pergunta e resposta (0,5 a 1,0 ponto)
Apresentação da pesquisa (2,0 pontos)

Pontuação sobre perguntas formuladas pelo professor e respostas assertivas = de 0,5 a 1,0 ponto.

Produção para casa (construção da introdução com 5 linhas)
Valor = 2,0 pontos.

Pontuação do trabalho realizado, construção em sala do histórico = 1,0 ponto.

Redação descritiva = 3,0:
Introdução = 1,0 ponto
Desenvolvimento = 1,0 ponto
Conclusão = 1,0 ponto































































Observação visual do professor.









   Recursos

- Notebook, projetor multimídia, caixa de som.
- Quadro e piloto.
Textos.
- Bola de futsal, vôlei, basquete, bastão, cones, tatames, aros.





PROJETO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA EDUCAÇÃO FÍSICA
- Oficina de Arte
A oficina de arte que será construída com alunos voluntários dos 6º e 7º anos, masculino e feminino, atividade em contra turno. Objetiva a aprendizagem de algumas técnicas primárias da pintura.
Dia da oficina: a ser discutido com os participantes, das 10h30 às 11h30
Responsável: Edson Paiva
Início: final de julho/2016.
- Projeto Núcleo estudantil de Ações Afirmativas – NEAF
O núcleo será construído com os alunos indicados em 2015, com a participação de mais dois novos (turno vespertino), responsável Edson Paiva,
- Alunos do turno matutino será escolhido pelo responsável do turno (a profª Ana Ventura ficou responsável).
BIBLIOGRAFIA:
ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan M. Avaliar para conhecer: examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BERBEL, Neusi A Navas.  Metodologia da Problematização. Ed. UEL. Londrina, 1999.
CALDEIRA, Anna M. Salgueiro. Avaliação e processo de ensino aprendizagem. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 3, p. 53-61, set./out. 1997.
________. Ressignificando a avaliação escolar. In: ________. Comissão Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte:
CAVALLEIRO, Eliane. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.DEMO, Pedro.  Educar pela pesquisa. 3ª, Campinas, SP. Autores Associados, 1998.
COLETIVO DE AUTORES.  Metodologia do ensino de educação física. São Paulo, Cortez, 1992.
CNTE, RETRATO DA ESCOLA, Educação e Diversidade, Volume 07, n 13, julho a dezembro de 2013.         
DALBEN, Ângela I. L. de Freitas. Avaliação escolar. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 11, n. 64, jul./ago. 2005.
DEMO, Pedro. Teoria e prática da avaliação qualitativa. Temas do 2º Congresso Internacional sobre Avaliação na Educação. Curitiba, Paraná, 2004. p. 156-166.
ESTEBAN, Maria Tereza. Pedagogia de Projetos: entrelaçando o ensinar, o aprender e o avaliar à democratização do cotidiano escolar. In: SILVA, J. F.;
HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (orgs.) Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. 3.ed. Porto Alegre: Mediação, 2004. p. 81-92.
________. O Que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
GATTI, Bernardete A. O Professor e a avaliação em sala de aula. Estudos em Avaliação Educacional, n. 27, p. 97-113, jan./jun. 2003.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. Salvador: Malabares Comunicação e Eventos, 2003.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil - Identidade Nacional versus Identidade Negra. Petrópolis: Vozes, 1994.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática da avaliação e reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 1988.

 DATA: 05/07/2016                                                                                              Edson Paiva
                                                                                                                           Ass. do Professor 













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