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domingo, 29 de março de 2015

DIA D NA ESCOLA SOLANGE COELHO


ATIVIDADES DO DIA D NA ESCOLA SOLANGE COELHO, DIA 28 DE MARÇO DE 2015
















terça-feira, 24 de março de 2015

RAÇA E ETNIA

A discussão em torno do tema raça e etnia é uma dos debates mais constantes na sociedade contemporânea. Sobretudo porque este questão está no cerne dos conflitos que o mundo vem atravessando, sejam por causa das guerras entre os povos, os constantes conflitos étnicos, por exemplo, no oriente médio, seja por causa da exclusão social pela qual alguns grupos raciais passam em diversos países, aqui no Brasil, negros e índios, nos EUA os latinos dentre outros.

Diversidade Brasileira
Contudo estes conceitos precisam ser bem compreendidos antes de adentrarmos nas principais pautas de discussão relacionadas a este tema.
SERÁ REALIZADA UMA OFICINA DE ARTES PLÁSTICAS COM AS TURMAS DO 9º ANOS, TURNO VESPERTINO, DA ESCOLA SOLANGE COELHO.
ESSE TRABALHO TEM COMO OBJETIVO DISCUTIR A DIFERENÇA CONCEITUAL ENTRE RAÇA/ETNIA E SUAS CATEGORIAS LEVANDO O ESTUDANTE A PERCEBER SUA IDENTIDADE E CONVIVER COM A DIVERSIDADE.
PROFESSORA RESPONSÁVEL PELA OFICINA: ROSA DRUMMOND
PERÍODO: ABRIL 2015
LOCAL: ESCOLA SOLANGE COELHO
PROFESSOR RESPONSÁVEL: EDSON PAIVA

PROJETO OFICINA DE ARTE NA ESCOLA
“DIVERSIDADE ÉTNICA DO POVO BRASILEIRO”
PROF. EDSON PAIVA
PERÍODO: 3ª SEMANA DE ABRIL
TURMA: 9º ANO VESPERTINO – ATIVIDADE NO CONTRA-TURNO
                                                              Profa. Rosa Drummond
   
Introdução:
A Arte, enquanto linguagem, interpretação e representação do mundo, é parte deste movimento. É uma das formas privilegiadas dos processos de representação humana. É instrumento essencial para o desenvolvimento da consciência crítica e apreciativa, pois propicia ao homem contato consigo mesmo e com o universo. Por isso, a Arte é uma forma de o homem entender o contexto ao seu redor e relacionar-se com ele.
A leitura visual se dá a partir de um processo de dissociação e associação, no qual o sujeito destaca e reorganiza os elementos constitutivos da obra observada ou do recorte visual da realidade, segundo um critério próprio e individual.

Objetivos:
Oferecer aos estudantes do 9º ano o contato com o instrumental da arte plástica potencializado e favorecendo a percepção crítica, a reflexão de modo que sejam capazes de estabelecer relação entre seu contexto etino-histórico e a arte plástica.
Valorizar o senso artístico e a criatividade por meio do recorte, da colagem e da pintura.
Potencializar a expressão singular do estudante, desenvolvendo sua percepção visual e imaginação criadora, para que ele se sinta como individuo integrante de uma cultura.
Ampliar o repertório artístico cultural e a construção de imagem por meio das leituras de mundo e das imagens da Arte.

Competências:
Observar, ordenar, interpretar, comentar e produzir;
Demostrar criatividade;
Produzir um quadro utilizando figuras que representem as etnias,
Apresentar compreensão da sua identidade étnica.
Desenvolvimento
1ª etapa
Debate sobre as diferenças étnicas no Brasil e identificação da sua identidade.
Tematizar evidenciando as diferenças étnicas e sua importância histórica na construção da população brasileira e local.
Buscar recortes sobre diversidades étnicas.
2ª etapa
Oficina de arte plástica com a prof. Rosa Drummod.
3ª etapa
Exposição dos trabalhos produzidos.
 
Material:
Tela de 50 x 60, pincel, tinta à base de água, cola branca, tesoura, piloto preto, revistas com figuras étnicas (instrumentos musicais, vestuário, pedaços de camisetas velhas p limpeza...pote p limpeza, jornais velhos). As figuras ou impressões de imagens da internet.

Lauro de Freitas, 23 de março/2015

sábado, 21 de março de 2015


A ESCOLA SOLANGE COELHO ABRE INSCRIÇÕES PARA A ESCOLINHA DE FUTSAL.
PÚBLICO ALVO: ESTUDANTES DA ESCOLA
TÉCNICO DA ESCOLINHA: NATAN MIRANDA
PROFESSOR RESPONSÁVEL: EDSON PAIVA

SEXUALIDADE E DIVERSIDADE

A ESCOLA SOLANGE COELHO ESTÁ PROGRAMANDO UMA PALESTRA SOBRE SEXUALIDADE E DIVERSIDADE PARA A SEGUNDA SEMANA DE ABRIL, PROFESSORES CONVIDADOS: ROSÂNGELA ACCIOLE E AILTON SANTOS(A CONFIRMAR).
PÚBLICO ALVO: PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA.

sábado, 14 de março de 2015

ESCOLA MUNICIPAL SOLANGE COELHO
PROJETO “RESPEITAR E CONVIVER COM A DIVERSIDADE: Construindo a Igualdade de Gênero, Etnia e Sexualidade”. 
  “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”
(Mandela) 

1.       INTRODUÇÃO 
As lutas por igualdade e respeito às diferenças têm sido constantes em vários setores da sociedade, entre eles, e talvez o mais importante, encontra-se o ambiente escolar, que se apresenta como o lugar da mudança, das falas diversas, do universo em transformação e de um devir que nos espera cotidianamente. As discriminações de gênero, étnico-racial e por orientação sexual, são dilemas que, para serem resolvidos, precisam ser desnaturalizados e esse processo de desnaturalização passa, necessariamente, pela informação séria que instrumentaliza professores/as e outros setores das unidades de ensino no desenvolvimento de projetos voltados ao respeito da pluralidade (característica fundamental da escola) e enfrentamento a todo tipo de preconceito que se apropria das falas e atitudes das pessoas no espaço escolar. Como afirma Mary Garcia Castro, pesquisadora da UNESCO: 
“Há que se estimular os professores e professoras para estarem alertas, para o exercício de uma educação por cidadanias e diversidade em cada contato, na sala de aula ou fora dela, em uma brigada vigilante anti-racista, anti-sexista, anti-homofóbica e de respeito aos direitos das crianças e jovens, tanto em ser, como em vir a ser; não permitindo a reprodução de piadas que estigmatizam, tratamento pejorativo (...)” (CASTRO, 2005)”. 
2.       JUSTIFICATIVA 
A Escola Municipal Solange Coelho está situada no bairro de Itinga, bairro esse que contempla uma diversidade étnica, religiosa e cultural. A Escola acolhe alunos da Educação básica, séries finais do Ensino Fundamental. No corrente ano, tem efetivada a matricula de alunos portadores de necessidades especiais.   
Essa questão territorial torna a realidade da escola ainda mais diversa.  Se olharmos para esse breve histórico percebe-se que vários fatores apontam sua realidade para diversidade e pluralidade, potencializando também a necessidade de se desenvolver projetos voltados a inclusão e outras temáticas. Nesse sentindo problemas relacionados às questões de binarismo de gênero, seja com relação às mulheres e aos homens no que diz respeito à violência ou aos seus direitos, com relação ao universo LGBTTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) por meio da homofobia, sempre foram comuns no cotidiano escolar. Assim, se fez necessária a criação de um projeto que atenda à demanda de grupos que historicamente carecem de visibilidade, respeito, equidade e proteção. 
3.       OBJETIVOS 
A partir de ações educativas discutidas e elaboradas coletivamente durante a jornada pedagógica/2015, o Projeto Diversidade na Escola: Construindo a Igualdade de Gênero, Etnia e Sexualidade se organiza a fim de: 
- Promover ambiente de respeito na escola, para que a diferença não seja tratada na óptica da exclusão, do desrespeito e da violência.
- Desenvolver, a partir dos conteúdos ministrados a respeito de GÊNERO, SEXUALIDADE e ÉTINIA, atividades que primem pela equidade, respeito e valorização dos seres humanos.
- Desenvolver atividades a respeito das leis 10.639/2003 e 11.645/2008.
- Desenvolver atividades a respeito da Lei Maria da Penha (Lei Nº 11.340/2006), atendendo a Recomendação Nº 2/2013 – CEDF2. 
- Promover estudos a respeito de bullying, como forma de orientar os/as alunos/as diante dessas práticas de violência e, ao mesmo tempo, contribuir para que ele/ela possa diferenciar o bullying do sexismo, da misoginia, do racismo e da homofobia.
- Envolver alunos/as, funcionários/as e famílias/comunidade em discussões/eventos a respeito da diversidade e seus dilemas, buscando sempre a transformação da escola em um lugar da liberdade, do respeito e da boa convivência, sem que se interfira nas diferenças, porém com foco nas desigualdades.
- Lutar contra o preconceito institucionalizado que se apodera da rede de ensino da qual fazemos parte, criando diálogo direto com a SEMED, Juizado da Infância e Adolescência, ECA  e com outras entidades e escolas compartilhando experiências, contribuindo com a criação de projetos, seminários, palestras com o intuito de fortalecer o discurso e a práxis voltado à diversidade. 

4.       METODOLOGIA 
O Projeto “Diversidade na Escola” será contemplado na Metodologia Crítico Social dos Conteúdos e deverá estar entre as ações que fazem parte da construção do Projeto Político Pedagógico da Escola. Traz como aspecto relevante a inclusão por se tratar de uma escola que atende alunos portadores de necessidades especiais e que tem em seu perfil a educação voltada ao convívio harmônico e respeito às diferenças, levando acessibilidade aos que necessitam dela. Dentro dessa perspectiva de respeito ao outro, entende-se que visibilidade, tratamento digno e medidas diferenciadas aos diferentes contribuí com o alcance da equidade, acesso e respeito. É importante ressaltar que a implantação do projeto “Diversidade na Escola” deverá ser feita de forma gradativa com os/as alunos/as dos três turnos (matutino, vespertino e noturno), incluindo os/as alunos/as com necessidades especiais e, sua execução acontecerá por meio de conteúdos específicos, aulas expositivas, dinâmicas, músicas e vídeos voltados para as questões de GÊNERO, SEXUALIDADE e ETNIA. O projeto foi idealizado a partir de demandas apresentadas pelo coletivo no que diz respeito à diversidade e sua importância dentro do ambiente escolar.
A sua construção e execução pode ser vista como resultado de vários questionamentos que se apresentam de forma pertinente acerca da pluralidade vivenciada na escola e que por esse motivo necessita de olhares mais plurais.
       4.1 EMBASAMENTO TEÓRICO  
 Levar as questões relacionadas a gênero, sexualidade e etnia para dentro de sala de aula exige o conhecimento de algumas teorias e, ao mesmo, a compreensão de como tais questões se articulam no cotidiano da escola. É necessário que a escola realize diversas palestras com o corpo discente e demais funcionários para melhor qualificar a prática pedagógica e ações inter-relacionais.
Aprofundar as discussões sobre questões de “Gênero e Diversidade na Escola”, será um grande passo para que os profissionais da educação se sintam em condições para desenvolver em sala de aula projetos voltados a diversidade mais precisamente Gênero, Sexualidade e Etnia. A dinâmica da Jornada Interna e seus palestrantes, entre eles, a profa. Rosângela Accioly (Discussões sobre Gênero, raça e sexualidade),  possibilitaram que outros caminhos possam ser trilhados em relação à proposta pedagógica que a escola assume, a reflexão sobre a prática pedagógica e o avaliar, as questões sobre sexualidade, etnia e gênero, as inter-relações pessoais e respeito ao diferente foram questões primordiais para novos olhares no seio da escola enquanto escola transformadora.
Alguns teóricos contribuem muito para que isso possa ser possível: Dentre os quais estão Michel Foucault, que, os seus estudos, propiciam uma melhor percepção da sexualidade e das relações de poder na esfera social. As abordagens sobre o universo dos transexuais, travestis e transgêneros (tema mais polêmico e mais explorado pelos/as alunos/as) podemos encontrar em Berenice Bento respostas didáticas, claras e bem elaboradas. Ainda sobre as questões voltadas ao universo da sexualidade e gênero, encontramos na Teoria Queer, a partir das falas de Judith Butler e Guacira Lopes Louro, fornecendo argumentos fundamentais para a desconstrução de modelos que colocam pessoas pertencentes ao universo LGBTTT em posição de completa desvantagem e fragilidade em uma sociedade baseada na heteronormatividade e no binarismo de gênero.  Com relação ao conteúdo voltado aos direitos das mulheres buscar-se-á, a partir da cartilha da Lei Maria da Penha, juntamente com filmes, músicas, reportagens e dados estatísticos, compreender como as mulheres são vitimadas todos os dias dentro das relações de gênero. As aulas expositivas e com espaços de fala e produção proporcionarão aos/as alunos/as a possibilidade de trazer elementos de suas vivências. Todos os textos, filmes e recursos que serão trabalhados, deverão ir além de uma exposição de conteúdos, devendo ser devidamente articulados com as demandas das realidades diversas da escola. É fundamental que os/as alunos/as, se reconheçam e se sintam contemplados dentro das propostas dos projetos e que esses tenham um POTENCIAL DE IMPACTO, ou mesmo, de IMPACTAR.
 A implantação do Projeto Diversidade na Escola: Construindo a Igualdade de Gênero, Etnia e Sexualidade tem como principal direção possibilitar uma reflexão e ações ao universo escolar e refletir diretamente na sociedade visando minimizar a homofobia, o sexismo e o racismo. Levando para o máximo de lugares possíveis a mensagem de que a partir da escola podemos trilhar caminhos mais justos, mais iguais e que respeitem os direitos das pessoas sem que suas diferenças representem um empecilho para que possam se realizar enquanto cidadãos e cidadãs na sociedade. Por esses motivos, necessita arduamente ser construído com bases em uma educação que respeite os direitos humanos e com imenso compromisso/competência dos atores sociais. A intenção de todo esse trabalho é fazer com que as pessoas, dentro do ambiente escolar, entendam que é necessário e possível conviver com as diferenças, levando a todos/as visibilidade, amparo, afetividade, respeito, equidade, dignidade e informação.  
5.       ATIVIDADES TEMÁTICAS E CONTEÚDOS PROPOSITIVOS:
A PRESENTE  PROPOSTA SERÁ DIVIDIDA EM DOIS SUB-PROJETOS TEMATIZADOS EM:
1º SEMESTRE:
- A ESCOLA EM AÇÃO: Discutindo gênero, inclusão e meio ambiente.
TEMÁTICAS:
·         MEIO AMBIENTE;
·         POVOS INDÍGENAS;
·         INCLUSÃO: PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS E A SEXUALIDADE;
·         A MULHER NA CONTEMPORANEIDADE.
(FALTA COLOCAR OS OBJETIVOS)
2º SEMESTRE:
- A ESCOLA EM AÇÃO: Aprofundando a discussão sobre gênero, identidade e etnia.
TEMÁTICAS:
·         (FALTOU DISCUTIR)
6.       RESULTADOS IMEDIATOS ESPERADOS
Para que haja um resultado positivo imediato, os trabalhadores em educação deverão:
- Ter compromisso com as ações implementadas;
- Entender a relevância dos temas trabalhados nos projetos;
- Discutir nos ACS as dificuldades encontradas e vivenciadas em relação às ações implementadas;
- Socializar os resultados positivos;
- As reuniões de pais/mães/responsáveis que ocorrem bimestralmente se tornem um lugar de importância para que sejam feitas explicações do “Diversidade na Escola”, contribuindo assim com a aceitação por parte dos familiares dos/as alunos/as, ratificando a importância da participação da família na vida escolar dos estudantes,
- Terá que haver um acompanhamento direto na retroalimentação e solução dos problemas encontrados. 
         6.1  PERSPECTIVAS DE CONTINUIDADE E SUSTENTABILIDADE DO TRABALHO 
 O “Diversidade na Escola” terá que fazer parte do Projeto Político Pedagógico, portanto terá sua permanência garantida entre os projetos que continuarão estruturando o processo pedagógico Escolar. A forma como as temáticas serão organizadas e serão trabalhadas possibilitarão um avaliar constante e retroalimentação para que nos próximos anos letivos tenhamos a disposição necessária para tratar de tais assuntos com mais propriedade e, ao mesmo tempo, a continuidade de tais projetos e ações necessárias para melhor desenvolvê-los.
  
7.       REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA 
BENTO, Berenice. O que é transexualidade. São Paulo: Brasiliense, 2012.
BRASILIA, PROJETO “DIVERSIDADE NA ESCOLA”, Centro de Ensino Fundamental 01 de Planaltina, Brasília,  setembro de 2013.
BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
CASTRO, Mary Garcia, Gênero e Raça: desafios à escola. In: SANTANA, M.O. (Org) Lei 10.639/03 – educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana na educação fundamental. Pasta de Texto da Professora e do Professor. Salvador: Prefeitura Municipal de Salvador, 2005.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 1 – A vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, 2012.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 2 – O uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Graal, 2012.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 3 – O cuidado de si. Rio de Janeiro: Graal, 2011.
GÊNERO E DIVERSIDADE NA ESCOLA: formação de professoras/es em Gênero, Orientação Sexual e Relações Étnico-Raciais. Livro de conteúdo. – Rio de Janeiro: CEPESC; Brasília: SPM, 2009. Lei nº 11.340/2006 – Lei Maria da Penha.
LIBÂNEO, José Carlos. TENDÊNCIA PROGRESSISTA CRÍTICO SOCIAL DOS CONTEÚDOS http://pt.slideshare.net/rubisantos89/faculdade-evanglica-de-salvador-24519600/ ACESSADO EM 10/02/2015.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. 8.ed. Petrópolis, RJ: Vozes,1997.


Lauro de Freitas, 10 de fevereiro de 2015

Edson Paiva