ATIVIDADES PROGRAMADAS:
JOGOS INTERSALA 21, 22 E 23/10
DIA 19/10 - AULA EXTRA COM O 9º ANO V1 E V2, 8h00 AS 11h00 - Apresentação do vídeo editado.
OBJETIVO: Analisar o resultado final do vídeo.
Aula extra com os responsáveis pelo grupo para apresentar o vídeo editado para avaliação e caso necessário, fazer as últimas intervenções.
DIA 20/10, 8h00 AS 11h00 - 6º ano V1,
Continuidade da oficina de arte plástica “Múltiplos Saberes” Temática: Povos Escravizados e Lauro de Freitas: Ontem e Hoje. 21 a 23/10 - TORNEIO INTER SALA DA ESCOLA SOLANGE COELHO.
Escola Municipal Solange
Coelho
Professor: EDSON PAIVA
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA Área do Conhecimento: CÓDIGOS E LINGUAGENS
Período: 14 a 23/10 Turmas: do 6º ao 9º ANOS (Atividades
em Sala e em quadra)
|
SEQUÊNCIA
DIDÁTICA
Objetivo Geral: Ter
atenção e concentração, manter a sala limpa, compreender a estrutura textual,
produzir redação descritiva e construir o projeto e o roteiro para a produção
do vídeo.
|
Data
|
C.H
|
Conteúdo ou tema
|
Objetivos específicos
|
Procedimentos Didáticos/ Recursos
|
Avaliação/Produção Final
|
¨14
a 16/10
6ºV3
e 6V1
20/10
e 27/10
6ºV1
14
a 16/10
7ºV1
ao 8ºV3
14/10
9º
ano
19/10
8h00
às 11h.
15
e 16/10
6º
ao 9ºano
21
a 23/10
|
50
min
6h
50min.
50min
3h
6h
|
Quilombo dos
Palmares
Continuidade
da oficina de arte plástica “Múltiplos Saberes” Temática: Povos Escravizados
e Lauro de Freitas.
Quilombos dos
Palmares, Revolta dos Búzios e Revolta dos Malês
Projeto,
roteiro e esboço do vídeo
Apresentação
do vídeo editado
Treinamento técnico
e tático do
Futsal
Torneio
Intersala.
|
Pesquisar O
Quilombo dos Palmares para perceber a
Importância
enquanto espaço de luta e resistência do povo negro escravizado, discutir a
figura de Zumbi primeiro herói negro reconhecido oficialmente e
contextualizar o dia da consciência negra.
Produzir um
quadro artístico tendo como referência os conteúdos trabalhados sobre os
povos escravizados e Histórico do munícipio de Lauro.
Pesquisar os
três grandes fatos históricos para perceber a
Importância
enquanto espaço de luta e resistência do povo negro escravizado, discutir a
figura de Zumbi primeiro herói negro reconhecido oficialmente e os demais
heróis Lúcas Dantas, Manoel Faustino, Luiz Gonzaga, João de Deus também
reconhecidos enquanto heróis da pátria e contextualizar o dia da consciência
negra.
Apresentar o
projeto e roteiro do tema totalmente acabado e digitado e esboço do vídeo
para avaliação e colaboração na sua melhoria pelos demais grupos.
Analisar o
resultado final do vídeo para, se necessário, fazer intervenção.
Preparar
tecnicamente e taticamente os times para o tornei intersala
Competir com
o outro respeitando os preceitos éticos de convivência sadia e manutenção das
regras do esperte.
|
Semana
de prova/recuperação, no momento, só foi trabalhada as duas turmas do 6º ano.
Será estendido às demais dia 30/11.
Discussão
preliminar sobre o tema e, após a pesquisa, aplicação de um questionário.
O
trabalho será realizado em contra turno, das 8h às 11h, na escola, em 2
encontros.
Discussão
preliminar sobre o tema para sondar o conhecimento dos alunos e, após as
pesquisas, aplicação de um questionário.
Cada
grupo deverá apresentar o projeto e roteiro sobre o tema que gerará a
produção do vídeo digitado,
Projetar
o esboço do vídeo para avaliação, reflexão, percepção dos erros e falhas e
intervenção dos demais grupos na melhoria do trabalho.
Aula
extra com os responsáveis pelo grupo para apresentar o vídeo editado para
avaliação e caso necessário, fazer intervenção.
Recursos:
Tela
para pintura, cola, recortes de revistas ou fotografias, pincel e espaço
favorável.
Projeto
multimídia, vídeo, caixa de som e notebook
ATIVIDADE
EM QUADRA
- Treino
individualizado: passagem da bola, dribles e arremessos, treinamento do
goleiro.
- Jogo
coletivo entre os times participantes do torneio.
-
Desenvolvimento do respeito às regras, disciplina e respeito ao outro durante
o desenvolvimento do jogo.
Jogo por
equipe representante da sala conforme chave pre-sorteada.
Recursos:
Bola
de futsal, redes, apitos, cartões, 2 quadras, equipe de arbitragem e mesários.
|
Pesquisa 3,0
pontos
Questionário
2,0
Recortes e
fotos = 2,0
Produção final
= 5,0
Pesquisa 8,0
pontos
Questionário
4,0
Projeto e
roteiro = 3,0 pontos.
Avaliação:
Equipe
padronizada = 1,0 ponto.
Cada jogo
vencido= 1,0 ponto para a equipe.
|
Lauro de Freitas, 17 de outubro de 2015
Edson Paiva
Zumbi dos Palmares
Vida do líder negro Zumbi dos Palmares, os quilombos, resistência negra no Brasil Colonial, escravidão, cultura africana
OS TRÊS GRANDES LÍDERES DOS QUILOMBOS DOS PALMARES:
ACOTIRENE, GANGAZUMBA E ZUMBI

Zumbi dos Palmares: um símbolo de resistência e luta contra a escravidão
Zumbi dos Palmares: um símbolo de resistência e luta contra a escravidão
Quem foi Zumbi e realizações
Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de 1655. Foi o principal representante da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos dos engenhos, índios e brancos pobres expulsos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver.
Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por volta de sete anos de idade. Entregue ao padre jesuíta católico Antônio Melo, recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa, latim, álgebra e a religião católica, chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, fugiu de Porto Calvo para viver no quilombo dos Palmares. Na comunidade, deixou de ser Franciso para ser chamado de Zumbi (que significa aquele que estava morto e reviveu, no dialeto de tribo imbagala de Angola).
No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após um batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das fazendas continuariam aprisionados.
Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.
O bandeirante Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695.
Importância de Zumbi para a História do Brasil
Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/zumbi_dos_palmares.htm. Consultado em 17/10/2015.
Revolta dos Búzios
O movimento popular da Revolta dos Búzios
Antônio José: o mártir esquecido?
Há diversas publicações gráficas e digitais sobre o assunto, portanto esta é apenas uma amostra da diversidade do material disponível.
Imagem: etniabrasileira.com.br
A Revolta de Búzios e a voz do povo
A Conjuração Baiana, também conhecida como Inconfidência Baiana, Revolta dos Búzios, Revolta dos Alfaiates ou Revolta das Argolinhas, foi uma conspiração ocorrida em 1798 na capitania da Bahia, no Brasil, para se libertar da Coroa Portuguesa.
As denominações Conjuração Baiana e Inconfidência Baiana são variações de uma mesma definição acadêmica.
O termo Revolta dos Alfaiates se deve ao grande número destes profissionais que participaram do movimento e pelo fato de dois dos quatro executados como líderes da conspiração exercerem esta profissão. Esta denominação também tem origem acadêmica, mas com a intenção de ser menos técnica e mais popular, sendo gradativamente incorporada pelas menções dos movimentos populares.
A designação Revolta dos Búzios se deve ao fato de alguns revoltosos usarem um búzio (concha de molusco em forma de espiral) preso à uma pulseira para facilitar a identificação entre si. Revolta das Argolinhas porque alguns participantes usaram uma argola em uma orelha com o mesmo fim. Estes são termos de origem popular, sendo que o “Revolta dos Búzios” tornou-se o predominante na transmissão oral na Bahia, devido a associação com as origens africanas, havendo também uma identificação com a luta contra a escravidão e por uma sociedade mais igualitária.
Comemorações de vários movimentos regionais de independência ou contestação foram organizadas “de cima para baixo”, através de órgãos oficiais das esferas federal, estadual ou municipal, dependendo do caso. Os desejos e sacrifícios referentes à Revolta dos Búzios são um nítido e raro caso de memória preservada, transmitida e firmada “de baixo para cima”, através de tradições orais que, com o passar do tempo, se organizaram e fortaleceram em instituições e eventos, privados e públicos, que defendem a igualdade racial e social, mesmos ideais de 1798.
O movimento ocorrido na Bahia em 1798 entrou para a história brasileira com um grande número de definições para identificá-lo, prova inequívoca de sua apropriação e transmissão pela população, com suas variações ocorrendo por conta da apropriação popular ao longo do tempo.
Reconhecidos tanto como mártires quanto heróis, os quatro líderes da Revolta dos Búzios, executados em 08 de novembro de 1799, foram oficialmente incluídos em 04 de março de 2011 no Livro dos Heróis da Pátria, também conhecido como Livro de Aço, situado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Datas e nomes não são unanimidade nas celebrações da Revolta dos Búzios
Antônio José: o mártir esquecido?
“A pena de morte se abateu sobre os quatro mártires: os soldados Luiz Gonzaga (36 anos) e Lucas Dantas (23 anos), e os alfaiates João de Deus (27 anos) e Manoel Faustino (22 anos).
Junto a estes quatro homens, temos o dever de consciência de acrescentar o nome de Antonio José, também ativo na conspiração, que foi preso no dia 28 de agosto de 1798 e no dia seguinte encontrado morto em sua cela, com um punhado de comida na boca e o corpo apresentando evidentes sinais de envenenamento. Antonio José, portanto, é o quinto mártir da Revolta dos Búzios.”
Texto:
Livre Vício
Livre Vício
A Revolta dos Búzios: 8 de novembro na história
Antônio José está caracterizado e nomeado pelo contorno sombreado à direita dos quatro heróis oficialmente reconhecidos.
12 de agosto X 08 de novembro
Na madrugada de 12 de agosto de 1798 foram colados ou depositados onze papéis escritos à mão em pontos de grande circulação de Salvador pregando a independência da Bahia, defendendo a diminuição de impostos, liberdade de produção, abertura dos portos para negociar com todas as nações amigas e exigindo o fim da discriminação social e racial, abolindo a escravidão e desenvolvendo um governo com igualdade racial.
Após serem presos e julgados, os quatro líderes da Revolta dos Búzios foram condenados, enforcados em 08 de novembro 1799 na Praça da Piedade (Salvador) e esquartejados.
Desde 2011, o Governo da Bahia escolheu 12 de agosto (data de distribuição dos panfletos revolucionários) para realizar as celebrações no estado alusivas ao movimento.
Há quem defenda que a data de 08 de novembro (dia das execuções) seja o dia nacional para lembrar a memória dos quatro mártires e heróis.
Revolta dos Búzios e a luta pela igualdade social e racial
Os fatos atestam a amplitude das instituições e pessoas que homenageiam ou usam a Revoltas dos Búzios para defender suas reivindicações por melhoras sociais e contra discriminações raciais. Basta uma rápida pesquisa na Internet para constatar a variedade de eventos associados ao movimento e perceber que, se ele foi vencido em 1798, ganhou a memória e admiração do povo baiano e depois do brasileiro, vencendo o tempo e catalizando paixões idealistas no século XXI, simbolizando cada vez mais a luta por uma sociedade livre e igualitária.
Abaixo transcrevo alguns trechos de textos para mostrar o mosaico ideológico, típico de um movimento popular e não oficial, que compõe o conceito da Revolta dos Búzios:
“O Bloco Afro Olodum mantém viva a memória das lutas libertárias da Bahia, celebrando todos os anos a Revolta dos Búzios, também chamada de Revolução dos Alfaiates ou Sedição de 1798, cujos ideais incorporavam o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, da Revolução Francesa. Os rebeldes da Cidade da Bahia incluíam em sua bandeira de lutas o fim da escravidão, no que se mostraram mais avançados do que os inconfidentes mineiros. Os ideais da Revolta dos Búzios seriam assumidos poucas décadas depois por combatentes da guerra pela Independência do Brasil na Bahia, vitoriosa no dia Dois de Julho de 1823.”
Jeito Baiano
Olodum e a Revolta dos Búzios
“Nós precisamos celebrar esse movimento com altivez e queremos que agora o resto do Brasil comemore essa epopéia dos afro-brasileiros da Bahia, pois eles deram suas vidas pela liberdade e isso está documentado em nosso Arquivo Público”, falou João Jorge, o presidente do Olodum, referindo-se aos quatro mártires da Revolta.
O cineasta Antônio Olavo, que pesquisa o acontecimento há cinco anos e fará um filme sobre o tema, destaca: “Meu objetivo é valorizar a linguagem visual na perspectiva de resgate da memória negra e popular, pois se trata de um acontecimento significativo para Bahia e para o Brasil”.
Para o secretário de promoção da igualdade racial, Elias de Oliveira Sampaio, a historicidade da Revolta dos Búzios precisa ser evidenciada, pois é algo que está em nosso cotidiano: “Precisamos conhecer e lembrar de um fato 'inequívoco' em nossa história, pois os episódios aconteceram onde nós vivemos e passamos diariamente, no Centro Histórico, Dique do Tororó e Praça da Piedade. Então, mobilizar a sociedade civil em prol deste acontecimento significa valorizar a nossa identidade enquanto negros, baianos e brasileiros, principalmente no ano internacional dos afrodescendentes.”
O cineasta Antônio Olavo, que pesquisa o acontecimento há cinco anos e fará um filme sobre o tema, destaca: “Meu objetivo é valorizar a linguagem visual na perspectiva de resgate da memória negra e popular, pois se trata de um acontecimento significativo para Bahia e para o Brasil”.
Para o secretário de promoção da igualdade racial, Elias de Oliveira Sampaio, a historicidade da Revolta dos Búzios precisa ser evidenciada, pois é algo que está em nosso cotidiano: “Precisamos conhecer e lembrar de um fato 'inequívoco' em nossa história, pois os episódios aconteceram onde nós vivemos e passamos diariamente, no Centro Histórico, Dique do Tororó e Praça da Piedade. Então, mobilizar a sociedade civil em prol deste acontecimento significa valorizar a nossa identidade enquanto negros, baianos e brasileiros, principalmente no ano internacional dos afrodescendentes.”
Blog do Alisson Ferreira
Presidenta Dilma Roussef inscreveu os heróis da Conjuração Baiana no Livro dos Heróis Nacionais
“A luta dos que sonhavam com uma república de igualdade e com o fim da escravidão, no século 18, em Salvador, inspirados pela Revolução Francesa, recebe, com esta Lei, uma demonstração de reconhecimento da sua importância para a nação. Esta é mais uma vitória para o povo negro. Precisamos sempre exaltar esses que são os verdadeiros heróis da nossa nação.”
Luiz Alberto
Líderes da Revolta dos Búzios são entronizados no Panteão da Pátria, como heróis nacionais
Obs: O deputado federal Luiz Alberto (PT/BA) é o autor do projeto de lei 5.819/2009, sugerido pelo Grupo Cultural Olodum, que culminou na Lei 12.391, de 04 de março de 2011, que determinou a inscrição no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade, em Brasília, dos nomes dos heróis da “Revolta dos Búzios” João de Deus do Nascimento, Lucas Dantas de Amorim Torres, Manuel Faustino Santos Lira e Luís Gonzaga das Virgens e Veiga.
“Viva a Revolta dos Búzios! Tanto para os alfaiates mulatos de 1798 como para o Quilombo Rio dos Macacos o inimigo é o mesmo: o poder (neo)colonial e suas forças desumanizantes. Memória ativa e imaginação combativa são as nossas armas.
Participem! Somos todos Quilombo Rio dos Macacos!”
Ocupa Salvador
Ocupa Piedade em solidariedade ao Quilombo Rio dos Macacos. Urgente!!!
Obs: Chamada para evento em 30 de junho de 2012.
A comunidade quilombola Rio dos Macacos está localizada no município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.
A comunidade quilombola Rio dos Macacos está localizada no município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.
A Revolta dos Búzios na mídia
Há diversas publicações gráficas e digitais sobre o assunto, portanto esta é apenas uma amostra da diversidade do material disponível.
Jogo
Búzios - Ecos da Liberdade
Produzido pelo Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia, para ser baixado e instalado em computadores que usem o sistema operacional Windows e Linux. O enredo gira em torno do personagem fictício Francisco Vilar, um mulato brasileiro que vai estudar Direito em Portugal e ao concluir seus estudos retorna para sua cidade natal, Salvador, encontrando um sociedade marcada pela escravidão e ânsia por liberdade. Através da interação com diferentes ambientes e pessoas, através da diálogos legendados e escolhas de caminhos e itens, aprende-se sobre o contexto social e econômico da época.
No site, além do jogo principal, é possível fazer o download de 3 mini-games:
• Berimbau Hero - Nos mesmos moldes do Guitar Hero, o objetivo é tocar um berimbau executando as notas apresentadas na tela.
• Torre de Hanoi - Jogo de raciocínio e lógica, onde o objetivo é transportar uma pilha de louça de porcelana de diferentes tamanhos de um lado para o outro, encaixando as peças menores dentro das maiores.
• Queda de Braço - Jogo de controle e agilidade, necessários para vencer o oponente.
O jogo está disponível para download gratuito no link:
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios/downloads
Vale a pena dar uma olhada nas orientações pedagógicas do jogo, pois além de mostrar o enredo e dinâmica do jogo, oferece conteúdos históricos sobre o tema, com sugestões de literatura e mídias. O jogo fornece uma boa oportunidade para que professores de História trabalhem o conteúdo de forma interativa com a ajuda dos jogos de computadores. Para os estudantes, significa mais uma forma de aprender brincando, utilizando suas habilidades com jogos eletrônicos para aprimorar seus conhecimentos sobre a história da Bahia.
O link abaixo permite ver e, se desejar, baixar as orientações pedagógicas.
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios/orientacoes/orientacoes_web.pdf
Produzido pelo Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia, para ser baixado e instalado em computadores que usem o sistema operacional Windows e Linux. O enredo gira em torno do personagem fictício Francisco Vilar, um mulato brasileiro que vai estudar Direito em Portugal e ao concluir seus estudos retorna para sua cidade natal, Salvador, encontrando um sociedade marcada pela escravidão e ânsia por liberdade. Através da interação com diferentes ambientes e pessoas, através da diálogos legendados e escolhas de caminhos e itens, aprende-se sobre o contexto social e econômico da época.
No site, além do jogo principal, é possível fazer o download de 3 mini-games:
• Berimbau Hero - Nos mesmos moldes do Guitar Hero, o objetivo é tocar um berimbau executando as notas apresentadas na tela.
• Torre de Hanoi - Jogo de raciocínio e lógica, onde o objetivo é transportar uma pilha de louça de porcelana de diferentes tamanhos de um lado para o outro, encaixando as peças menores dentro das maiores.
• Queda de Braço - Jogo de controle e agilidade, necessários para vencer o oponente.
O jogo está disponível para download gratuito no link:
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios/downloads
Vale a pena dar uma olhada nas orientações pedagógicas do jogo, pois além de mostrar o enredo e dinâmica do jogo, oferece conteúdos históricos sobre o tema, com sugestões de literatura e mídias. O jogo fornece uma boa oportunidade para que professores de História trabalhem o conteúdo de forma interativa com a ajuda dos jogos de computadores. Para os estudantes, significa mais uma forma de aprender brincando, utilizando suas habilidades com jogos eletrônicos para aprimorar seus conhecimentos sobre a história da Bahia.
O link abaixo permite ver e, se desejar, baixar as orientações pedagógicas.
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/buzios/orientacoes/orientacoes_web.pdf
História em Quadrinhos
Revolta dos Búzios - Uma história de igualdade no Brasil ( Maurício Pestana )
Produzida em 2007 com parceria da Pestana Arte & Publicações e a Escola Olodum, destaca os principais acontecimentos da conspiração, através de diálogos e imagens, e faz uma contextualização com a atual sociedade baiana.
Literatura
A Conjuração Baiana ( Luís Henrique Dias Tavares )
Publicado pela Editora Ática em 1994, o livro faz um retrato do cotidiano da época, narra fatos históricos da Revolta dos Búzios e apresenta características dos principais atuantes desse movimento social.
O Instituto Búzios
O Instituto Búzios, com sede em Salvador (BA), é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, entidade nacional sem fins lucrativos, reconhecida pelo Ministério da Justiça (Processo MJ nº 08026.001014/2004-04).
Desenvolve ações direcionadas para subsidiar e estimular o fortalecimento das organizações e movimentos sociais autônomos, comprometidos com a conquista de direitos e a afirmação da cidadania, por compreender que a igualdade racial é condição necessária ao desenvolvimento pleno da democracia e da cidadania no nosso país. As políticas de inclusão social e a promoção da igualdade racial se constituem numa exigência histórica e objetivo estratégico de sua luta secular.
O instituto busca um desenvolvimento comunitário participativo que dê respostas aos problemas de desemprego, da pobreza, de infra-estrutura econômica, social e urbana, que atinge, principalmente, a população negra. Para tanto se articula e desenvolve parcerias com entidades do movimento negro, ambientalistas, igrejas, terreiros de candomblé, associações comunitárias, instituições públicas, universidades e outras instituições da sociedade civil buscando formular diretrizes e propostas que viabilizem essas conquistas.
O nome do instituto é uma homenagem à Conjuração Baiana de 12 de agosto de 1798, também denominada Conjuração dos Búzios.
Texto adaptado do histórico da instituição, disponível em:
http://www.institutobuzios.org.br/instituicao.html
Texto adaptado do histórico da instituição, disponível em:
http://www.institutobuzios.org.br/instituicao.html
![]() |
Heróis da Revolta dos Búzios - Heróis do Brasil
Imagem: irdeb.ba.gov.br
|
Série de propagandas da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo da Bahia que associam a população negra aos líderes da Revolta dos Búzios.
+ + + + +
Para saber mais sobre a Conjuração Baiana, acesse o link abaixo:
http://historiasylvio.blogspot.com.br/2013/07/inconfidencia-baiana.html . Consultado em 17/10/2015.
REVOLTA DOS MALÊS
| Por Felipe Araújo |
No ano de 1835, ocorreu em Salvador, Bahia, a Revolta dos Malês. Mas quem são os malês? A vocábulo “male” deriva da palavra da língua ioruba “imale”. Eram considerados malês os negros mulçumanos que resistiram e reagiram à imposição do catolicismo, mantendo sua crença e cultura. Bastante instruídos, por vezes, até mais do que seus senhores, os malês organizaram inúmeros levantes, o mais conhecido é a Revolta dos Malês.
Entre os líderes dos malês estavamPacífico Licutã,Manuel Calafate eLuis Sanim, juntos, conseguiram munição, armamentos e elaboraram um plano de luta contra os senhores, visando soltar escravos e conseguir liberdade religiosa. A batalha aconteceu no centro de Salvador com os malês atacando subitamente uma patrulha do exército. Porém, uma denúncia alertou sobre o início da revolta.
Na noite de 24 de janeiro de 1835, alguns malês foram cercados pela polícia na Casa de Manuel Calafate, local onde muitos rebeldes foram mortos e presos. As autoridades agiram com rapidez, conseguiram combater ataques aos quartéis de Salvador, expulsando os revoltosos. Ao tentar fugir da cidade, um grupo de mais de quinhentos malês foi barrado na vizinhança do Quartel de Cavalaria em Água de Meninos, onde ocorreram os combates decisivos, todos vencidos pelas forças policiais.
Neste confronto morreram sete integrantes da polícia e setenta malês. Aproximadamente duzentos escravos foram detidos no Forte do Mar e julgados nos tribunais. As condenações foram a pena de morte para os principais líderes, trabalhos forçados, fuzilamentos e açoites.
De acordo com o historiador João José Reis:
“durante o levante, seus seguidores ocuparam as ruas usando roupas islâmicas e amuletos contendo passagens do Alcorão, sob cuja proteção acreditavam estar de corpo fechado contra as balas e as espadas dos soldados”.
A Revolta dos Malês foi controlada com rapidez, mas acabou aumentando o medo de rebeliões de escravos em todas as províncias. O receio era de que os africanos conseguissem sua independência, como acontecera no Haiti naquela mesma época. Isso fez com que os senhores passassem a agir de forma mais rigorosa com os escravos e, em Salvador, os africanos foram proibidos de circular à noite pelas ruas e de praticar as suas cerimônias religiosas.
Curiosidades
Documentos revelam que existia uma sociedade secreta de escravos no Brasil. Numerosa e bem organizada, era dividida em círculos com hierarquia de categorias. Cada um tinha cinco membros, o chefe recebia ordens do mandante superior, que era comandado pelo chefe principal. A maioria dos participantes destes grupos era de escravos melês. Os segmentos tinham Santo Antônio como protetor, ao qual se referiam como El-Banda e os chefes com menor poder de decisão eram chamados Tates-Corongos. As organizações eram tão minuciosas que os chefes supremos não foram descobertos até hoje.
- Em 1809, a sociedade secreta negra Ogboni atacou fazendas e libertou escravos, em 1816, vários engenhos em Santo Amaro foram incendiados. Já em 1826, o quilombo Urubu quase ocupou Salvador.
- Uma das técnicas de luta usadas na Revolta dos Malês foi a capoeira.
- Entre os mortos e feridos da batalha, um livrinho escrito em árabe com trechos do Alcorão foi encontrado no pescoço de um malê baiano.















































+-+historiasylvio.blogspot.com.jpg)
+-+historiasylvio.blogspot.com.jpg)

+-+historiasylvio.blogspot.com.br.jpg)

+-+historiasylvio.blogspot.com.br.jpg)

